A vida ensina. E como ensina. Certas vezes nem precisa você ser vidente para prever um futuro não muito longínquo. Basta estar atento aos sinais. Eu estive. E se quem avisa amigo é, imagina se como filha me eximiria de dizer o famoso “cuidado”. Eu disse. Disse várias vezes. Não adiantou. Minha mãe simplesmente adotou mulher e filha do meu primo sequelado.
Ter que dividir com ele um espaço, porque assim a vida nos reservou como espécie de carma, foi inevitável. Já confraternizar ou abrir brecha para ele transformar a nossa vida em um inferno (com o consentimento dela) já era uma outra coisa totalmente evitável que eu adverti, implorei, e por fim, fui obrigada a dizer: “eu bem que avisei”. Tem gente que merece ouvir isso.
E ainda assim, fica a certeza que ela não aprendeu nada. Há de passar por uma recuperação na escola da vida. Espero só, desta próxima vez, não ser coadjuvante disso. Como diz uma amiga minha, eu sou apenas uma, no singular e não no plural. O que quer dizer, que não dá mais para absorver o problema dusôto.
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Estou indo lá comentar na íntegra!
Bjim.