Arquivo do mês: dezembro 2008

Madagascar 2: a grande escapada

Definitivamente, o cinema abriu a temporada de filmes fofos. Depois de “Marley e eu” fui assistir a “Madagascar 2 – A grande escapada” e, digo que valeu a pena. A animação traz uma nova aventura do carismático quarteto de animais do zoológico de Nova York – o leão Alex, a zebra Marty, a girafa hipocondríaca Melman e a hipopótamo Glória (dublada no Brasil pela atriz Heloísa Périssé) – recheada de muita gargalhada.

Com uma inesperada precisão militar, os pingüins malucos consertam, um velho avião que caiu na ilha de Madagascar, onde os animais terminaram no primeiro filme.  O objetivo da missão era voltar às regalias da Ilha de Manhattan, no entanto, o primeiro vôo da Air Pingüim acaba levando a nada convencional tripulação, para ficar frente a frente com suas raízes africanas. E, acreditem, a bicharada fica muito a vontade com as descobertas.

            Bem, eu quando leio alguma crítica, fico meio reticente até assistir e tirar minhas próprias conclusões, por isso, hoje vou usar meu termômetro para filmes infantis: meu filho de oito anos, claro, foi comigo ao cinema e posso dizer que ele saiu de lá encantado. Se um longa faz a criança ficar sentada, esperando o fim da história é bom. Agora, se os pequenos vêem toda a história e ainda saem da sala imitando os personagens, é porque o sucesso está garantido.

            Os números comprovam: com uma arrecadação mundial acima de Quinhentos Milhões de Dólares, ‘Madagascar’ é o terceiro maior sucesso da DreamWorks (perdendo apenas para ‘Shrek 1 e 2’) e a quinta maior animação de todos os tempos em Hollywood. No Brasil, a animação se mantém a frente de “Marley e eu” e “Crepúsculo, pela segunda semana. Dizem por aí, que o estrondoso sucesso vai ganhar a terceira versão, será?!

Definitivamente, o cinema abriu a temporada de filmes fofos. Depois de “Marley e eu” fui assistir a “Madagascar 2 – A grande escapada” e, digo que valeu a pena. A animação traz uma nova aventura do carismático quarteto de animais do zoológico de Nova York – o leão Alex, a zebra Marty, a girafa hipocondríaca Melman e a hipopótamo Glória (dublada no Brasil pela atriz Heloísa Périssé) – recheada de muita gargalhada.

Com uma inesperada precisão militar, os pingüins malucos consertam, um velho avião que caiu na ilha de Madagascar, onde os animais terminaram no primeiro filme.  O objetivo da missão era voltar às regalias da Ilha de Manhattan, no entanto, o primeiro vôo da Air Pingüim acaba levando a nada convencional tripulação, para ficar frente a frente com suas raízes africanas. E, acreditem, a bicharada fica muito a vontade com as descobertas.

            Bem, eu quando leio alguma crítica, fico meio reticente até assistir e tirar minhas próprias conclusões, por isso, hoje vou usar meu termômetro para filmes infantis: meu filho de oito anos, claro, foi comigo ao cinema e posso dizer que ele saiu de lá encantado. Se um longa faz a criança ficar sentada, esperando o fim da história é bom. Agora, se os pequenos vêem toda a história e ainda saem da sala imitando os personagens, é porque o sucesso está garantido.

            Os números comprovam: com uma arrecadação mundial acima de Quinhentos Milhões de Dólares, ‘Madagascar’ é o terceiro maior sucesso da DreamWorks (perdendo apenas para ‘Shrek 1 e 2’) e a quinta maior animação de todos os tempos em Hollywood. No Brasil, a animação se mantém a frente de “Marley e eu” e “Crepúsculo, pela segunda semana. Dizem por aí, que o estrondoso sucesso vai ganhar a terceira versão, será

 

 

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Reflexão: Em 2009 sapatada neles!

Em tempos de fim de ano, vale a pena ler o excelente artigo “Quarenta e quatro, bico largo“, de Maurício Thuswohl, na Agência Carta Maior, afinal de contas, ano novo é tempo de mundaça e, se não vai por bem… Sapata neles!

Abaixo transcrevo uma das sapatadas sugeridas pelo jornalista e que acho importante não esquecer, por tudo que passei este ano com a saúde, ou diria o caos da saúde nacional?!

5) Sapatada na igualmente gananciosa indústria farmacêutica, que prioriza lucros e vendas em detrimento da busca por soluções concretas para doenças e epidemias que devastam a humanidade. Esta sapatada é dada também pelos familiares dos milhões de africanos que, abandonados à própria sorte, já sucumbiram por falta de tratamento adequado a doenças como a Aids, entre outras.

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Marley e eu: espere boas risadas, mas não esqueça do lencinho

Marley     Nada melhor para tirar as teias de aranha do ambiente que falar de uma estréia do cinema: o filme “Marley e eu”, que chegou às salas cariocas (e Paulistas) em pleno dia de natal e… Comove. Talvez o clima solidário que envolve a data ajude, mas a produção baseada no best-seller de John Grogan é simples e envolvente.
  
A história gira em torno das peripécias de um cão Labrador hiperativo nada educado, mas que está ao lado do casal John e Jenny Grogan nos principais momentos de suas vidas, como por exemplo, a primeira tentativa frustrada dos dois terem um filho, na mudança de vida de Jenny quando nasce o primeiro (e depois o segundo) filho e no conflito profissional de John, que não sabe se quer ser um colunista ou um jornalista que escreve grandes reportagens.
      
Ainda que pareça, o longa não é mais um filme sobre cachorros, embora Marley seja um dos protagonistas, a trama mostra mais o encontro de dois mundos. É a doação do animal com o seu dono e vice-versa. Coisas que talvez a gente não olhe com cuidado no cotidiano, mas que gera grande reconhecimento na tela, afinal, quem nunca sofreu com um filhote que comia cadarços de sapato ou comia beirada de móveis? Só quem nunca teve o prazer de ter um cachorro (gato, passarinho, aquário, e similares) em casa, nunca achou que o seu animal era o pior do mundo. Ou o que dava mais trabalho.
      Por isso Marley, arranca grandes gargalhadas do público se jogando em piscina, correndo atrás de pombos e desobedecendo adestradora durona e, talvez por esse motivo, seja difícil conter as lágrimas no final.
    
Diria que é um programa bom para toda família, assim como, levar para casa um “cão de promoção”. Divirtam-se!

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Outra impunidade que engolimos pacificamente

          Após cinco meses (que para a família certamente foi uma eternidade), nos fazem engolir a sentença: Absolvido! Estamos falando do PM indiciado por homicídio duplamente qualificado na morte do pequeno João Roberto.

É impossível esquecer, mas para quem não está “ligando o nome a pessoa”, estamos falando do caso de Alessandra Amorim, a mãe que voltava de uma festa, com o menino e o irmãozinho no carro, quando, em uma rua da Tijuca, na Zona Norte, ela encostou para abrir passagem à patrulha. No entanto, a família foi cercada pelos policiais e alvejada por 17 tiros. Alessandra ainda jogou a bolsa do bebê pela janela, numa atitude desesperada, para mostrar que havia crianças no veículo, mas os policiais irracionais não cessaram fogo e levaram a óbito João Roberto, de 3 anos.

            O julgamento durou 13 horas, no Tribunal do Júri (Centro do Rio) e, por 4 votos a 3 os nobres jurados tiveram a capacidade mental de avaliar que o PM agiu de acordo com o que é exigido pela função dele e decidiram minimizar o caso, transformando o homicídio duplamente qualificado por lesão corporal. Conclusão: a pena recebida pelo assassino foi de sete meses em regime aberto, que acabou substituída pela prestação de serviços à comunidade, sete horas por semana, durante um ano.

            A família do acusado, segundo os jornais desta manhã, compareceu ao julgamento usando camisetas onde se lia: “Só quem te conhece sabe o ser humano que tu és”. A avaliar pela declaração do cabo na sessão onde admitia que havia confundido os carros (eles perseguiam bandidos em um outro carro preto, momentos antes da execução do menino) na rua escura e que poderia ter sido pior, posso imaginar que tipo de pessoa Willian de Paula é: um delinqüente.

            Sim, poderia ter sido pior. Com 17 tiros ele poderia ter matado a família inteira. E só executou uma criança inocente, vejam vocês como ele é generoso!

            Minha gente, não é exigido dos Policiais Militares que matem, que ameacem, que ponham em risco a vida de nós, cidadãos. Cabe a eles sim, nos proteger, garantir a segurança. Não poderia ter sido pior não, viu ser humano fantástico! A obrigação dos policiais, na incerteza é de não atirar: cercar, abordar, averiguar. Não somos baratas, e o que será de nós com essa polícia falha e cheia de corporativismo? O que será de nós depois desse pano quente do Júri. A acusação promete recorrer, mas essa primeira absolvição absurda já será motivo suficiente para que os corpos de outras vítimas caiam no chão diante da impunidade.

            É doloroso saber Willian de Paula solto por aí. Me dói enquanto cidadã. O que será de nós?!

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Humor na Dor

Estava eu ontem, em mais uma das demoradas visitas (forçadas) ao Inca. Enquanto esperava, o atendimento do meu pai, conversava com um senhorzinho ao lado:

 

– Pois é, minha filha. Já falei com minha esposa em casa: Se eu morrer desta doença, não quero flores, nem tule no meu caixão. Quero ir só com uma vassoura.

– Vassoura?! – me espanto.

– É. Vassoura. Porque quando chegar do outro lado, vou acertar minhas contas com esse anjo da guarda dorminhoco que tenho. Aaaah, ele vai apanhar tanto de vassoura que não vai sobrar nem as asas.

 

Todos que estavam em volta acharam graça. E o clima ficou mais leve.

 

É difícil, mas todos os dias temos que procurar um único motivo para sorrir. Brincar deixa qualquer fardo mais leve.

 

Carpe Diem!!!

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O alto preço de ser brasileiro

           O governador Sérgio Cabral enviou à Assembléia Legislativa para votação o projeto de lei (PL nº 1836/2008) que coloca na “lista negra” do SPC e Serasa contribuintes do Estado do Rio com débitos de impostos como IPVA, ICMS e Taxa de Incêndio.

Em relação ao famigerado IPVA, ao que me consta, é um dinheiro que deveria ser revertido em conservação e abertura de novas vias. Mas cadê? Ao invés disso, a todo o momento aparece um pedágio em uma rodovia diferente, sinal de privatização da estrada. Ou seja, o Estado passou a frente a sua responsabilidade da manutenção do nosso dinheiro. E as desculpas para isso são muitas.

Já pararam para analisar quantos impostos pagamos para não recebermos nenhum benefício?

 

          IPTU, ISS, INSS, ICMS, IPVA, IOF, IR, IPI… Ao todo são 61 impostos que pagamos direta ou indiretamente. E lanço o desafio: Alguém sabe quanto, como e para quê tanto desconto?

 

Se não consegue responder, tenha ao menos a visão de que esses impostos abocanham o equivalente a 148 dias de trabalho do seu ano, o equivalente a cinco meses do seu suor. A”desculpa” para tantos tributos é a garantia da seguridade social.

Na prática, pagamos por saúde (INSS, por exemplo) e ainda o plano de saúde particular, para não morrer na fila de espera. Pagamos por educação (IR, por exemplo) e depois as escolas e faculdades dos nossos filhos, porque as vagas são limitadas e a instituição precária. Pagamos por segurança e, somos assaltados duas vezes no mês, porque a polícia diz não ter contingente.

A reforma tributária para o bem do assalariado não chega nunca, são vários entraves, mas votação para prejudicar a nós, Zes Marmitas, anda a passos largos. Podem apostar. Somos escravos de nós mesmos que não tomamos nenhuma atitude frente a esses desmandos. E eu só me pergunto: Meu Deus, até quando?!

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Chave de segurança. Será?!

                                                                                                         Chave de Seguranca Bradesco

O Banco Bradesco de uns tempos para cá adotou a “chave de segurança”. Um cartão parecido ao de débito/crédito, porém, que correlaciona um número a uma seqüência de outros números. Tudo impresso, no verso do cartão. Desta forma, para fazer qualquer movimentação bancária, o caixa eletrônico, a internet, e até o telefone, solicita: “digite o número 27”, por exemplo, e você digita a seqüência correspondente à chave solicitada. Claro que ninguém decora tudo o que ali está e, por isso, é preciso ter em mãos o documento para se “identificar” junto ao sistema do banco.

            O que acontece se você é roubado e levam embora suas seqüências? Você não consegue fazer absolutamente nada no banco, a menos que saia de casa, enfrente fila, perca seu dia de trabalho. O que acontece se você é roubado duas vezes? Ora, fica meses sem conseguir retirar nem seu pagamento. Porque até que enviem cartão de débito, chave de segurança, que claro, vêm em cartas separadas pelo correio… O tempo passou.

 

            Segurança onde?                                                  

                                                                                                                                                                                                          

            Agora, o que acho mais curioso neste sistema é o tempo que se perde dentro de um caixa eletrônico:

            Passa o cartão, digite sua senha, sua chave de segurança, selecione a opção desejada, passe seu cartão de novo.

            A tal senha positiva não é novidade. Mas uma coisa é pedirem números como sua data de nascimento, outra é o número 27, em fonte minúscula num cartão de senhas. Até que o cliente se encontre ali no meio daquela “sopa de numerozinhos”… Perdeu, playboy. Já fomos rendidos por um marginal dentro do banco.

            Ou então, imagina ainda uma cena mais catastrófica: Você vítima de seqüestro relâmpago. Entra com um bandido te ameaçando na agência e, nervoso, não consegue se encontrar ali no cartão. Dá tempo do cara te matar, te bater… Tudo hoje em dia precisa ser prático, rápido, até um sistema de segurança. Se não, perde sua funcionalidade.

            Me parece que os banqueiros que aprovaram esse sistema revolucionaram, não pensaram em nós clientes, sem carros blindados e seguranças pessoais.

 

            Não chegou, e aí?

 

            Bom, como eu disse, os cartões viajam em cartas separadas. E se o cartão não chegou? Bem, segundo o site você pode ligar para a sua própria agência ou para o Fone Fácil.

 

A agência Largo do Bicão – Primeira tentativa:

         Bom dia. Solicitei um novo cartão de segurança, mas…

Chopin

         Ocupado sra. Quando ligar, solicite o balcão de atendimento.

 

A agência Largo do Bicão –  Segunda tentativa:

         Bom dia. Balcão de atendimento, por favor.

         Ocupado sra. Posso ajudar?

 

Ouço arpas selestiais… “Posso ajudar”, na minha opinião é T.U.D.O!

Conto minha aflição.

         Sinto muito. Sou da parte de financiamento. Continua tentando o balcão.

 

Tentativa Fone Fácil:

         Retire um novo cartão chave de segurança em qualquer agência. O gerente estará apto a dar as informações necessárias.

 

            Por que a agência não está apta a dar essa simples informação e, tudo nos obriga a ir até local? Por que no site diz que a agência pode resolver se lá eles não estão prontos a atender. Por quê???

2 Comentários

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