Humor na Dor

Estava eu ontem, em mais uma das demoradas visitas (forçadas) ao Inca. Enquanto esperava, o atendimento do meu pai, conversava com um senhorzinho ao lado:

 

– Pois é, minha filha. Já falei com minha esposa em casa: Se eu morrer desta doença, não quero flores, nem tule no meu caixão. Quero ir só com uma vassoura.

– Vassoura?! – me espanto.

– É. Vassoura. Porque quando chegar do outro lado, vou acertar minhas contas com esse anjo da guarda dorminhoco que tenho. Aaaah, ele vai apanhar tanto de vassoura que não vai sobrar nem as asas.

 

Todos que estavam em volta acharam graça. E o clima ficou mais leve.

 

É difícil, mas todos os dias temos que procurar um único motivo para sorrir. Brincar deixa qualquer fardo mais leve.

 

Carpe Diem!!!

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