Arquivo do mês: janeiro 2009

RESULTADO DA PROMOÇÃO

Pessoal, foi difícil! Devo dizer que Arlindo não é só bom ator é também bom coração…

Lembram os três pares de convites?! Viraram SEIS, minha gente!!!

A grande vencedora foi Mayna Nabuco, com ingresso para sábado (escolha pessoal dela, conforme combinado)

Os demais foram distribuidos assim: Thaís de Lima, Mario Cesar G. F. Junior e Michelle Raja, ganharam os ingressos para hoje, sexta-feira.

Então, se apressem em colocar aquela roupa bem bonita para passearem no Leblon…

Já o Lê Silva (@lesilva), o The Best (@_thebest_) e a Cris Araújo assistem ao espetáculo no domingo.

O nome de vocês estará na bilheteria do espetáculo. É só levar um documento de identificação.

Pensam que acabou?! Podem abrir o sorrisinho…

O Arlindo Lopes oferece a todos os demais participantes a possibilidade de assistirem a peça com o Ingresso Amigo, ou seja, pagando apenas R$20,00 (Vinte Reais).

É só deixar no comentário deste post o dia que preferem assistir e o mais, é com a gente. Mas lembre-se que é só até o dia 15 de fevereiro.

Agradecemos a todos pela participação! Obrigada principalmente aos sites  “Promoções para Você”  e Guia da Zona Sul que ajudaram muito na divulgação desta promoção.

Aos ganhadores, bom espetáculo!

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PROMOÇÃO: ENSINA-ME A VIVER

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A vida não me deu direito a nota de rodapé

           Bem que eu tentei atrasar o relógio, mas enfim, cheguei aos 30 anos! E o que vejo desta posição que o tempo me impôs é que, em nossa história pessoal a vida deveria nos conceder o direito a notas de rodapé, assim como fazemos nas monografias e teses de mestrado, por exemplo.

            Sinceramente, de presente hoje, gostaria de receber um razoável espaço para erratas pelas vezes em que, já na idade adulta, fui boba, indesculpavelmente cega, extremamente teimosa. Usaria ainda este espaço para corrigir minha ingenuidade em acreditar que meus pais eram imortais e que nunca nesta vida iriam me faltar. Deveria ter me preparado mais para essa realidade que me pegou de surpresa.

            Com as notas de rodapé, anularia tantas bobagens: as oportunidades importantes que botei fora, assim como a grana que tive nas mãos e não soube usar; teria de volta o tempo que desperdicei com pessoas erradas, os conselhos que ouvi de gente que não valia a pena. Ofendi pessoas que me faziam bem e corri atrás de quem logo adiante me passaria uma rasteira. Profissionalmente esperei de mais, não me preparei bem, não entendi, tomei decisões erradas. Ah, que bom seria apagar tudo isso no fim da página.

            Com essa errata, quando chegasse aos 60 anos teria o alívio de poder olhar para trás e dizer “ainda bem que deixei esse espaçozinho”. Afinal de contas até o tempo entre escrever e publicar esse post tanta coisa pode acontecer… A gente nunca sabe quando vai bancar o bobão.

            Que besteira! Não podemos mudar o destino. Em geral, não podemos mudar nada. Então resta a mim, me orgulhar das vezes que denunciei, gritei, lutei, agi, apontei o dedo e me senti isolada porque no mundo onde ninguém se mexe, qualquer movimento é incômodo. Quase alucinação.

            Não haverá erratas. Por isso, nada de euforias imediatistas que não vão a lugar nenhum ou breves pensamentos para casos que merecem mais do que isso. E se não há erratas, solicito as rédeas da minha vida, e que isso sim, não seja devaneio da minha imaginação.

            Feliz Aniversário, para mim!!!

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Cariocas sem fio

Em meados do ano passado, toda a imprensa carioca (incluindo os blogs) noticiaram a inauguração da rede Wi-Fi, que ofereceria acesso gratuito a internet pela orla de Copacabana, entre Av. Princesa Isabel e Rua Figueiredo de Magalhães.

Na época, o governador Sérgio Cabral garantiu que a segurança seria reforçada para que os internautas pudessem abrir seus laptops e, usufruírem do serviço com tranqüilidade. Quem aqui acredita em promessa de político? Claro que, até hoje muita gente não se arrisca na aventura de acessar a internet na orla.

Felizmente a idéia pegou e outros lugares começaram a oferecer o serviço Wi-Fi. A diferença é que a divulgação não veio em forma de Tsunami, como aconteceu na época de cortarem a fita vermelha da rede sem fio em Copa.

Por isso, o jornalista Renato Cozta – o @evidente, como é conhecido no Twitter – resolveu mapear os pontos Wi-Fi no Rio de Janeiro e, disponibilizar aos internautas de plantão. Atualmente são 16 pontos cadastrados (incluindo a orla de Copacaba, claro), como vocês podem conferir aqui.

Se você conhece algum ponto que não foi mapeado, entre em contato com Renato pelo e-mail renato.cozta@gmail.com enviando o endereço e detalhes do ponto.

Agora é só conferir e marcar seu evento Geek. E não deixem de nos convidar.

 

Fonte: @lesilva

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Ô, mundo cruel

     

         “Eu trabalhava com tal coisa, agora trabalho com mídia digital”. Todo evento Geek que compareço (não tem sido muitos nos últimos meses, confesso) ou conversa que puxo com um profissional aparentemente bem sucedido o discurso se repete.

            Não sei o resto do planeta, mas isso em mim, causa um certo desespero!

            O tão sonhado diploma que entreguei a “mamãe”, já não faz muita diferença. E todo neurônio que queimei desenvolvendo os trabalhos de faculdade, também não. O futuro não pede “colação de grau”. E, agora, o futuro chega com o amanhecer do dia, trazendo sempre algo novo, ágil e competitivo.

            Todo dia? Acho até que subestimei. Enquanto estou escrevendo, alguém, em algum canto do mundo, esta jogando na rede uma novidade que vai atingir em cheio a população mundial.

            E, sob este aspecto, nenhuma faculdade ensina a ampliar horizontes, garimpar mídias sociais, ter faro para o que vai dar certo e  trará visibilidade ou não. Principalmente não ensinam como chegar a esses meios (e entendê-los) antes dos outros. Reside aqui o grande diferencial: hoje em dia, no fundo, o que vale é como você é visto e quantas vezes por dia isso acontece. Os bons profissionais podem sair de qualquer curso superior, independente da placa.

            Por um lado, derruba preconceitos para quem estudou aqui e ali. Porém, existe o paradoxo de alguns empresários que ainda não entenderam essa idéia e exigem em papel o que se prova na prática: sou antenado! Basta isso.

            Saber fazer muitas coisas ao mesmo tempo e a capacidade de produzir tudo com qualidade é o grande diferencial (e já nem importa tanto que idiomas precisa saber falar,  para manter contato com esse mundo sem fronteiras basta saber usar as ferramentas certas).

            Não precisa nem apostar em muitos números da Mega Sena se tiver uma idéia simples, criativa, bem trabalhada na internet, na frente dos outros. O Camiseteria é um bom exemplo disso.

            Por que o temor, então?! Talvez porque não tenha conseguido a minha receita de acertar em cheio a preferência das pessoas. Não ser criativo, joga a margem e estar a margem não é uma boa posição de jogo.

            Idéias brilhantes, minha mente está aberta. Que tal serem boazinhas e entrarem?

 

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Ensina-me a viver. Eu assisti!

Fui ao teatro no sábado, e confesso a vocês que, escrevo este post, ainda contagiada pela emoção de ter tido a oportunidade de assistir a uma obra prima. Confesso até que esta sendo difícil tratar deste assunto. O medo de não encontrar palavras que fique a altura do perfeito (e comovente) entrosamento entre Glória Menezes e Arlindo Lopes no palco é grande. Aliás, é difícil dizer também sobre a sensibilidade do texto, da encenação, dos figurinos, da marcação de palco, da brilhante direção de João Falcão…

A história é conhecida do cinema (1971) e também da literatura: Harold, um garoto de 20 anos, obcecado pela morte, vê a sua vida mudar quando conhece Maude, uma idosa de 79 anos e apaixonada pela vida.

Parece inacreditável, mas no desenrolar da história, a gente acaba apostando que não é tão impossível assim. Claro que Glória (Maude) nesta adaptação para o palco, esta perfeita: emociona e arranca muitas gargalhadas do público, mas a grata surpresa fica a cargo de Arlindo Lopes (Harold), o ator é brilhante em sua atuação, quando vem a frente se despedir do público, seus olhos estão inchados não deixando dúvidas que encarna seu Harold de corpo e alma durante a apresentação.

Em suma, minhas únicas palavras devem ser apenas um convite:

Para quem não teve a oportunidade, a peça fica até o dia 15 de fevereiro, na sala Marília Pêra, do Teatro Leblon. O ingresso custa R$80,00, mas digo com a propriedade de quem assistiu que vale cada um dos reais investidos.

No elenco estão ainda Stella Maria Rodrigues, Augusto Madeira, Fernanda de Freitas, Verônica Valentin, Guilherme Siman, Walisson Souza, Jamil Pedro.

Depois desta temporada no Rio o espetáculo segue pelo Brasil. Por onde passarem, só posso dizer que prestigiem!

 

SERVIÇO:

Teatro do Leblon / Sala Marília Pêra

– Rua Conde de Bernadote, 26 – Leblon  Tel: (21) 2294 0347

5ª a sábado, às 21h; domingo, às 20h  

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Direito de quê?

     Chego ao departamento às 13h. Claro! Hora de almoço. Sento na salinha com ar condicionado, TV LCD sintonizada no jornal da tarde, cadeirinha confortável, não dou ouvidos ao senhor ao lado que reclama de ter chegado às nove da manhã e, quase me esqueço que passam duas horas de um belo chá de cadeira até que chamam a primeira senha: 511. Olho para o meu papel: 631. Digo para mim mesma que não há motivos para choro.
     Resisto a fome (o funcionário público tem lá seu horário generoso de almoço, o requerente, tem medo de sair para o lanchinho e não ouvir chamarem sua senha), me oferecem água gelada.
     Ouço a voz alta: “o que mais a senhora quer da vida, hein?! TV, Ar, água gelada, dá até para esperar, hein?!”
     Espero. Espero. Levanto. Outro copinho de água. Um ambulante passa na porta vendendo balinha. Tapeio a fome. Sento. Espero. O jornal passa a ser Vídeo Show, que vira Vale a Pena Ver de Novo, até que chega a Sessão da Tarde. De-zes-se-te-ho-ras já marca meu relógio. Tempo arrastado, chega minha senha.
     Diga-se de passagem, minha vez chega por desistência dos mais fracos, não por ver andar a fila. Com um belo bocejo sou atendida. Uma esfregada de olhos. Uma espreguiçada. Deixa ver o que posso fazer por vocês.   
     Parênteses aqui: O dia inteiro, todos os dias, muitas mulheres procuram o departamento para requerer a pensão deixada pelo marido, companheiro, pai, etc. Todos-os-dias, mas para me dar uma informação: bocejo, esfregada de olhos, espreguiçada, e “deixa ver o que posso fazer por vocês”.
    Sou encaminhada a outro departamento que diz que o sistema passou o dia inteiro fora do ar: – A senhora não sabia?! Não podemos fazer nada, volte amanhã, diz que esteve aqui hoje…
     Percebem alguma semelhança com “O Processo”, romance de Kafka publicado em 1925?! Meus caros, não terá sido mera coincidência. Tal como Josef K. estamos presas a burocracias sem fim, que nos congela dentro do mundo sem motivos aparentes. Sufoca! Irrita! Nos faz sentir COMO CÃES! Sim, meu senhor, eu queria mais da vida!

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