Ô, mundo cruel

     

         “Eu trabalhava com tal coisa, agora trabalho com mídia digital”. Todo evento Geek que compareço (não tem sido muitos nos últimos meses, confesso) ou conversa que puxo com um profissional aparentemente bem sucedido o discurso se repete.

            Não sei o resto do planeta, mas isso em mim, causa um certo desespero!

            O tão sonhado diploma que entreguei a “mamãe”, já não faz muita diferença. E todo neurônio que queimei desenvolvendo os trabalhos de faculdade, também não. O futuro não pede “colação de grau”. E, agora, o futuro chega com o amanhecer do dia, trazendo sempre algo novo, ágil e competitivo.

            Todo dia? Acho até que subestimei. Enquanto estou escrevendo, alguém, em algum canto do mundo, esta jogando na rede uma novidade que vai atingir em cheio a população mundial.

            E, sob este aspecto, nenhuma faculdade ensina a ampliar horizontes, garimpar mídias sociais, ter faro para o que vai dar certo e  trará visibilidade ou não. Principalmente não ensinam como chegar a esses meios (e entendê-los) antes dos outros. Reside aqui o grande diferencial: hoje em dia, no fundo, o que vale é como você é visto e quantas vezes por dia isso acontece. Os bons profissionais podem sair de qualquer curso superior, independente da placa.

            Por um lado, derruba preconceitos para quem estudou aqui e ali. Porém, existe o paradoxo de alguns empresários que ainda não entenderam essa idéia e exigem em papel o que se prova na prática: sou antenado! Basta isso.

            Saber fazer muitas coisas ao mesmo tempo e a capacidade de produzir tudo com qualidade é o grande diferencial (e já nem importa tanto que idiomas precisa saber falar,  para manter contato com esse mundo sem fronteiras basta saber usar as ferramentas certas).

            Não precisa nem apostar em muitos números da Mega Sena se tiver uma idéia simples, criativa, bem trabalhada na internet, na frente dos outros. O Camiseteria é um bom exemplo disso.

            Por que o temor, então?! Talvez porque não tenha conseguido a minha receita de acertar em cheio a preferência das pessoas. Não ser criativo, joga a margem e estar a margem não é uma boa posição de jogo.

            Idéias brilhantes, minha mente está aberta. Que tal serem boazinhas e entrarem?

 

1 comentário

Arquivado em Cotidiano

Uma resposta para “Ô, mundo cruel

  1. Também tô precisando de uma ideiazinha brilhante…
    Beijo.

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