Arquivo do mês: fevereiro 2009

Depois de um banho, tratamento de arroz

Quantas vezes você já ouviu história de alguém que perdeu um celular depois de um belo banho na privada? Pode parecer ridículo, mas esse é um acidente comum que pode acontecer com qualquer um.

banheiro Se acontecer com você, remova a bateria imediatamente (para evitar o afogamento dos componentes internos do aparelho), limpe o telefone com uma toalha seca (de preferência de papel, que não soltam fiapinhos) e enterre-o num pote cheio de arroz crú.  

 

 A lógica é a mesma de colocar punhados de arroz no saleiro: os grãos tem uma grande afinidade química com a água e, por isso, absorve a umidade. Essa atração quase que magnética vai atuar da mesma forma, sugando para o arroz as gotículas que ficaram alojadas no circuito interno do aparelho.

 

Eu ainda não usei, mas o truque está disponível no guia de tecnologia do G1, que traz ainda outras curiosidades bem interessantes.

 

Fica o pedido: se alguém usar a “receitinha”, me conta depois se deu certo, ok?! Mas a minha dica é: Se for beber, além de não dirigir, mantenha o pobre celular, longe do banheiro.

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Pelo livre acesso aos blogs

A faculdade de Comunicação já está antenada aos novos meios de comunicação, como blogs, microblogs, tecnologia mobile de informação, entre outras. Na Universidade Estácio de Sá (Unesa), por exemplo, já existe a cadeira “Comunicação e Novas Tecnologias” que ajudam os estudantes a entenderem e praticarem as ferramentas da internet como meio de marketing pessoal. No entanto, a mesma instituição que ensina a necessidade de se ter um blog atualmente, bloqueia em seus laboratórios o acesso a esses meios de informação.

 

Falei da Unesa porque é por onde transito desde 2004, mas não é exclusividade de lá os cadeados, outras empresas de educação e bibliotecas adotam o mesmo sistema.

Por esse motivo o GF Soluções e o Informação Virtual se uniram para criar a campanha “Diga não ao bloqueio de blogs”, que tem dois objetivos principais:

  1. Conscientizar os blogueiros de que empresas, bibliotecas, faculdades e escolas bloqueiam blogs com palavras específicas na url como blogger, blogspot, blog, wordpress entre outros, sem levar em conta o conteúdo desses blogs.
  2. Conscientizar os administradores de rede de empresas, bibliotecas, faculdades e escolas que nossos blogs possuem conteúdo relevante para seus colaboradores e estudantes.

 

Nós entendemos que muitos blogs disponibilizam downloads de programas e filmes piratas que geralmente trazem junto com eles vírus que infectam a rede corporativa. Porém, sabemos também que existe como bloquear esse tipo de ação sem, no entanto negar acesso a toda a blogosfera.

 

Na minha opinião, a proibição do acesso a este tipo de conteúdo se deve, grande parte, a  preocupação das organizações, em manter as máquinas livres. A liberação atrairia os alunos a passar mais tempo na frente do computador, os laboratórios tem um número limitado de máquinas e com isso, o congestionamento é inevitável. Porém, não podemos esquecer que escrever e ler também é um exercício importante para o aprendizado (principalmente na área da Comunicação). E aí eu pergunto: “por que não os blogs”?

 

Assim como existe os sites maliciosos, existem blogs de conteúdo relevante, que podem sim ajudar e muito o aluno das instituições.  A liberação pode inclusive, ser o subsídio que faltava para o nascimento de um  próximo blogueiro de sucesso, como os professores tem orientado.

 

Por isso, vamos conscientizar os administradores de rede de que nós, blogueiros, temos  conteúdo de sobra para partilhar com seus colaboradores e estudantes. Escreva um post divulgando a campanha, coloque um banner bem legal e espalhe para os amigos.

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Fugindo da Folia – Paradiso Clube

Toboágua Paradiso Clube
Toboágua Paradiso Clube

  E já que a missão era fugir da folia clássica, meu destino ontem foi o  Paradiso Clube. A proposta era encontrar um parque aquático e, realmente, encontrei bastante água e um grande potencial a ser explorado. Falta ao lugar a adrenalina dos brinquedos radicais e simpatia aos “anfitriões”.

 

Quando cheguei com minha família, meus convites estavam com uma pessoa que não consegui contato via celular. Fui até a portaria, perguntei por ela e ninguém se mexeu. Se entre olharam, se coçaram e, alguém deu uma resposta taxativa para me despachar logo: “Ah, ela não está. Hoje é uma outra menina”. Estavam todos a caráter: perucas Black Power, máscaras coloridas, gravatinhas de paetês, mas nenhuma simpatia, que no final, é o que conta para o público.

 

Na lanchonete a mesma coisa. Para comprarmos ficha de refrigerante no Caixa, a menina só faltou nos bater quando precisou dizer que não trabalhavam com produtos Coca-Cola. Felizmente o restaurante “salvou a lavoura”, encontramos cortesia até da senhora que recolhia os pratos, ao menos isso. Simpatia tem tudo a ver com boa digestão.

 

As bóias que fazem toda diferença nesse tipo de atração também não encontramos. Não sei se porque era um horário alternativo de carnaval, mas se é para abrir pela metade, que não abra, ou avise a quem passar por lá qual o esquema de funcionamento, afinal, piscinas de ondas, Rio Lento e tobogã sem bóia é metade de um pacote.

 

paradiso2

No quesito  “emergência”, no entanto, pude constatar que são bastante ágeis. Um senhor escorregou com um prato de churrasco nas mãos e não conseguia mais levantar. Em questão de segundos, os salva-vidas o tinham imobilizado e com a ajuda da enfermeira local lhe deram o primeiro atendimento. O desfecho não procurei saber, porque estava a passeio, mas como mãe me senti mais segura ao ver que o local conta com pessoas aptas a socorrer os menos atentos. È comum no meio de tanta água acontecer incidentes como esse e saber que temos por perto profissionais capacitados a ajudar é motivo da comissão dar nota 10.

 

Claro que quem conhece o concorrente de Vargem Grande já cria uma outra expectativa quando o assunto é brincar com água, mas vale a pena conhecer o lugar que fecha no dia 1° de Março para manutenções. A paralisação das atividades é rapidinha, mas ainda dá para aproveitar esses dias de sol e recesso para conhecer o lugar.

 

Serviço
P
aradiso Clube
Est. Cabuçu Queimados, 1.000 – Acesso pela saída 190 da Dutra
Funcionamento:
Quarta da domingo, das 08:00 às 17:00h.

 

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Pausa para o carnaval

Meus amigos,

Claro que nos próximos dias só carnaval por toda blogosfera. Por isso, não vou me preocupar em falar dos acidentes de carro, do trânsito caótico, da responsabilidade social em doar sangue neste período, na consciencia de não beber e dirigir (ou vice-versa), na graciosidade das fantasias ou no milagre de ver que o Brasil nem se importa com a crise mundial desde que a Skol esteja gelada, afinal, se falar sobre isso, capaz de ser apedrejada. Então, vou mostrar algumas gotas de carnaval…

Clique na imagem para passear no Flickr.

Divirtam-se!!!

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Deficientes Auditivos: Projeto da Fiocruz como modelo

Foto: Fernando Taylor

Foto: Fernando Taylor

         Há dez anos a Fundação Oswaldo Cruz mantém parceria com a Feneis (Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos) para a contratação de pessoas surdas. O programa que começou apenas como processo de inclusão do deficiente a um ambiente de trabalho, nos últimos dois anos se transformou em ações efetivas para integrar o surdo, não só a  estrutura da Fundação, mas a sociedade como um todo.

         Jorge da Hora, responsável pela contratação e pelo desenvolvimento de estímulo a capacitação da pessoa surda na Fiocruz, já faz palestras para empresas públicas e privadas com o objetivo de mostrar o modelo de gestão implantado na Fundação e, que atualmente tem despertado o interesse de outras empresas, em diversos segmentos. A Secretaria de Saúde de Maceió, por meio de uma entidade representativa dos portadores de deficiência da capital.

Hoje 153 surdos, distribuídos em 13 unidades atuam na Fundação e são beneficiados com o modelo de gestão que conta com processo de logística e comunicação, atividades educacionais, captação de recursos para atividades recreativas e parceria para construção de novas oportunidades. Além disso, está sendo desenvolvido um programa de acompanhamento e assistência social.

         “O mundo está em transformação. Temos que estar preparados para assumir as pessoas portadoras de deficiência. A Fundação tem uma missão social e de bem estar da sociedade, por isso, tomamos uma posição Todas essas ações estão sendo implantadas gradativamente pensando num programa que inclua e integre o surdo totalmente”, disse Jorge da Hora.

         Uma grande vitória no processo de implantação de integração foi a instalação do orelhão especial para surdos, no início de abril de 2007. O aparelho o TDD (Telecommunications Device for the Deaf), doado pela empresa de telefonia Oi, está funcionando na biblioteca do Instituto de Informação Científica e Tecnológica, dentro da Fundação Oswaldo Cruz. E existe o projeto para a instalação de um segundo aparelho.

            “Gostaria de colocar mais aparelhos TDD, porque representa muito não só para os trabalhadores deficientes da Fundação, como para todos os portadores de deficiência que passarem por aqui. Infelizmente as pessoas não respeitam o direito alheio e há o temor que alguém, de má fé, venha danificar ou furtar o aparelho, por isso, é preciso colocá-lo em locais seguro, com uma cabine que possa guardá-lo depois do expediente e nos finais de semana”, lamenta Jorge da Hora.

         O telefone especial para surdos possui um teclado e um visor que permite enviar e receber mensagens de texto. O aparelho fica instalado ao lado de um orelhão normal, o surdo retira o fone, coloca-o sobre a base de teletexto e, a partir daí, será atendido por uma operadora treinada, que funcionará como intermediação entre o surdo e o ouvinte com quem ele deseja se comunicar. O surdo digita a mensagem, a operadora lê para o ouvinte do outro lado da linha e depois digita a resposta que será lida através do visor no TDD.

         No primeiro acesso é preciso que seja feito um cadastro do surdo junto à operadora OI. Uma vez cadastrado, o surdo poderá fazer qualquer ligação para telefone fixo ou celular, de graça.

         “No censo do IBGE de 2000 (ainda não foi feito um novo) já eram 6 milhões de pessoas surdas no país. As operadoras de celulares já acordaram para este potencial de consumidores, repare que todos os telefones agora têm SMS e vibra call. Esse orelhão faz parte do processo de inclusão da pessoa surda”, comemorou.

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Divã: risos, emoção e sensibilidade

Nós Blogueiros e Mercedes - Foto Oficial do Blog Divã

Nós Blogueiros e Mercedes - Foto Oficial do Blog Divã

Ontem foi o dia da primeira exibição pública do longa Divã. A sessão, só para convidados, aconteceu às nove da noite, no Unibanco Artplex e contou com a presença de parte do elenco do filme. Aliás, tenho que agradecer ao meu amigo The Best, pela oportunidade de participar deste evento super bacana.

 

Era só uma prévia do que estará na telona no dia 17 de abril, como quis deixar claro a própria atriz Lilia Cabral, mas já deu para mostrar a que veio: uma produção muito sensível que tem tudo para ser sucesso de bilheteria. 

  Na trama, Mercedes (Lilia Cabral) resolve fazer análise meio que sem motivos aparentes, afinal, é uma mulher feliz no casamento com Gustavo (José Mayer), resolvida em sua profissão… Não tinha síndrome do pânico, não era cleptomaníaca, ao contrário, estava esbanjando felicidade – como definiu a própria personagem -. A convivência com Lopes (o analista sem rosto), no entanto, vira a vida da quarentona de pernas para o ar. Qual será então, o mapa da mina para essa tal felicidade? Isso é o que vocês terão que aguardar para descobrir nos cinemas.

 Para deixar todo mundo com água na boca, segue um trechinho super divertido do filme:

 No mais o que posso dizer é que a trama gera muito reconhecimento com a platéia, porque aborda o universo humano de uma maneira muito leve: engraçado sem ser pastelão, emocionante, sem ser clichê, autêntica quando faz chorar ou quando faz rir. Ou seja, não deixem de assistir e convide os amigos para a estréia.

 Serviço: Estréia nacional dia 17 de abril.

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Ô Abre Alas que o “Discípulos” vai passar

Pediatra e clínico no ambulatório da Ensp, chefe da equipe de emergência no Hospital de Paquetá, homeopata, candidato a doutorado, ator, poeta, cantor, compositor e sambista, essas são algumas das muitas artes da vida de Pedro Jonathas, que pelo segundo ano consecutivo emplaca o samba do Bloco Discípulos de Oswaldo.

            Quem vê de fora, acha inusitado, mas conciliar Ciência e Arte não chega a ser uma novidade: Pela Mitologia Grega, Esculápio, o Deus da Medicina, oferecia no centro médico da cidade espaço para poesia, música e outras manifestações artísticas, como forma de ajudar na cura dos pacientes. Na opinião de Pedro Jonathas, trabalhar essas muitas facetas é apenas uma retomada dessas raízes humanas:

            “Eu durmo cantando. Acordo cantando. Não existe conflito entre a Medicina, a música e o teatro. Eu me preencho com esses elementos, ninguém pode tirá-los de mim. O meu ser é hora médico, hora artista. Dá tempo para tudo isso, por que não?”, diz em tom apaixonado.

            Parece natural que para quem se divide entre consultórios e poesias o tema Dengue tenha vindo a calhar. No entanto, o compositor explica que foram três dias estudando o assunto, se envolvendo com as palavras até chegar o samba que convenceu os jurados e vai ganhar as ruas do Amorim, no dia 18 de fevereiro. Diferente de uma poesia livre, os sambas devem se encaixar em um enredo determinado e, por isso, o exercício de composição é inevitável:

            “Enquanto as pessoas estão envolvidas com outras coisas, você está ali rasgando papel, pensando no tema, sozinho com aquela história, e aí, parece que a inspiração vem por merecimento. Não sei se é coisa de Deus, de uma energia maior, mas a gente tem que trabalhar para merecer a letra”.    

            Depois do solitário exercício de composição,  Pedro Jonathas afinou o tom com os parceiros Raphael Pinheiro e Waldy Jorge que sugeriram detalhes e harmonias que fizeram a diferença para o nascimento de “Dengue… Ontem, hoje e até quando?”, da forma como os foliões de plantão podem conhecer no site da Asfoc-SN.

            No meio de tanta animação o único obstáculo para Pedro foi o dia de defender o samba:

            “Eu achei que não ia ganhar este ano. O rapaz do cavaco me deixou ‘na mão’. Foi um sufoco”, comenta.             Águas passadas. Dificuldade transposta. Agora é só esperar para viver mais uma vez a emoção de ver os “discípulos passarem” animados por um samba composto por ele.    

 

            “O carnaval é a grande manifestação da arte. Quem ali é artista ou platéia? Tudo é uma coisa só, assim como na festa de Dionísio. A música me emociona. Fazer o que? Eu nasci assim”, conclui entusiasmado.

 

            Serviço:

            Bloco Discípulos de Oswaldo

            Quarta-Feira, 18/02

            Concentração: Padaria do Amorim / RJ

            Hora: 19h

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