Arquivo do mês: março 2009

Mulheres à la carte – Visita lá!

 Tão fazendo o que aqui? Sou o prato do dia servido neste blog aí em baixo. Cliquem no selo e degustem sem moderação. 

       MULHERES A LA CARTE

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Kama Sutra Pós Moderno

Pesquei esse manual de instruções em uma navegação a esmo pela Internet.

Retirado do blog ahtrine.com.br
Retirado do blog ahtrine.com.br

 

A situação vista de fora é engraçada, mas certamente todo mundo já praticou ao menos por voyerismo (quem tem um técnico de informática sabe bem como é isso) muitas dessas posições e, claro, sempre tem um criativo para catalogar e jogar na rede.

 

Antes que alguém pergunte, a posição que mais pratico é a última: sento e choro!

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Enquanto isso, o nosso cofrinho público…

Falando em crise e economia (vide porco cofre abaixo), o empresário Eike Batista anunciou na segunda-feira (16/03) que a BNDES Participações (BNDESPar), braço de atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, comprou uma fatia de 12,05% da sua empresa LLX Logística. A transação ocorreu por meio de um aumento no capital da organização, no montante de R$ 600 milhões.

 

Segundo a grande imprensa a LLX tem hoje dois projetos em desenvolvimento, o maior é o do porto do Açu, em São João da Barra, no Rio com terminais para movimentação de minério de ferro e carga geral. A expectativa é iniciar a operação em 2011. Em processo mais lento está o porto do Sudeste, na Baixada Fluminense, que movimentará minério de ferro.

 

Em outras palavras, não é de antes de ontem, que Eike Batista “mama nas tetas do governo”, o que fica muito evidente para qualquer leigo que, a empresa está capitalizada e indo muito bem apenas com as pernas de investidores brasileiros e estrangeiros, sem precisar que o nosso banco estatal  que diga-se de passagem, deveria estar preocupado com empresários menores, que estão vendendo o almoço para comprar a janta (como dizemos no Rio), entre na jogada.

 

Vamos combinar? É mais um dinheiro público que lançam mão, sem nem se darem ao trabalho de prestarem conta ao menos de quais critérios ou interesses tiveram para fecharem um negócio que leva milhões do nosso cofrinho.

 

A notícia está meio atrasada, eu sei, mas é que mesmo quando não escrevo, fico Fê da Vida com essas coisas que acontecem por aqui, enquanto o povo se distrai com campeonato carioca de futebol, entre outras futilidades e acha bom.

 

Alguém pode avisar ao alto escalão do BNDES que empresas de pequeno e médio porte são a engrenagem deste país e estas estão mesmo no sufoco, demitindo profissionais e com capital de giro escasso (ou nenhum)? Alguém poderia acordar dessa inércia profunda em que encontra-se o povo brasileiro e ir fazerem eles ouvirem este recado? Obrigada!

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Crise Mundial

Foto: Fernanda Freitas

Foto: Fernanda Freitas

Não há crise para quem é criativo.  Ou para os “caras de pau” que pedem donativos até na rede – entrei no clima -.

E vamos rindo da desgraça capitalista… Até quando der.

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Biquini (ainda muito) Cavadão

No dia internacional da mulher, a Lona Cultural Renato Russo, na Ilha do Governador, ofereceu um presente muito especial a todo o público: Biquíni Cavadão (muito) ao vivo, por imperceptível uma hora e quarenta minutos. E quem acha que o “atigo” é de segunda mão, com a “lycra esgarçada” e o tom démodé, pode se despir do ideal catastrófico. A banda se mostrou muito atual, mesmo apresentando repertório dos anos 80. É que poesias sociais, nunca saem de moda.  

Foto: Fernanda Freitas

Foto: Fernanda Freitas

Prova disso era a garotada misturada aos mais maduros na platéia. Aliás, falando em juventude, a menina Agatha, de São Gonçalo, recebeu o grande presente da noite: primeiro Bruno (Vocal), pegou a câmera dela e fotografou toda a banda bem de pertinho. E, quando ela achou que já tinha vivido toda a emoção da noite, o vocalista ainda a puxou para o palco e entregou a ela o microfone. Era o seu dia de sorte! Era nítida a emoção. Da platéia saiu também um senhor que, mais tímido, não comandou o público, mas atacou no pandeiro, feliz da vida.

Mas não foram só os dois que puderam “tirar uma 

Camarim. Foto: Cintia Brand

Camarim. Foto: Cintia Brand

 casquinha” (conhecem gíria mais ploc?) mais de perto. No meio da apresentação, Bruno agradece a presença da galera, dizendo que o show tem duas partes, uma feita pela banda, outra feita pelo público e, desce do palco para “captar energia (sic)”. E, assim, no meio do público, cantou uma música inteira, tirando fotos e fazendo pose. Todos os que estiveram no show da Lona, puderam ter o ídolo, bem de pertinho.

 

A Lona pediu: “Camila, Camila”, mas a música não veio, nem no Bis. O que não deixou ninguém chateado, ao contrario, difícil foi ficar parado. O segredo para o sucesso que atravessa décadas? Bruno, ainda no palco, responde:

 

“O Biquíni é assim, está onde o povo está. Não interessa se o show é no Hollywood Rock, no Canecão ou na Lona. Se é pra levar música, a gente vai”.

 

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Sem querer dizer

Na falta de paciência para falar sobre o mundo que me aflige, resolvi divulgar a frase do dia de @rcassano no Twitter, que no final, traz bem á tona meu sentimento nesta manhã:

 

Status: Comprar o que você não quer / Com o dinheiro que você não tem/ Pra mostrar pra quem voce não gosta / A pessoa q voce não é (Marcio Libar).

Sim, eu gostaria do direito a um pouco de Status. Que mal há?!

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Projeto Imagem Solidária

blog1Em um país onde reina o descaso das nossas autoridades e o vazamento dos nossos impostos para lugares onde certamente não está o bem estar social, vale a solidariedade para a sobrevivência. Por isso, o radiologista Romeu Cortes Domingues, diretor médico de duas clínicas importantes de diagnóstico por imagem (CDPI e Multi-Imagem), se aliou a empresas como a Amil, a Guerbet, a Kodak, a GE, entre outras, para realizar o sonho de levar mais saúde aos que precisam, através do Projeto Imagem Solidária.

 
A iniciativa do radiologista tem o objetivo de proporcionar o acesso da população de baixa renda a exames mais complexos, como a ressonância magnética, o ultra-som e a mamografia. A estimativa é de que sejam mais de 2.000 pessoas atendidas por mês, um número, pelo menos, três vezes maior do que o serviço público pode atender hoje em dia. Atualmente, o acesso da população carente a exames especializados, como a ressonância magnética, é praticamente inexistente.

 
Para se ter uma idéia, os exames, que custam, na rede privada, cerca de R$850,00, são oferecidos na clínica por R$ 120,00, mas a idéia é de o valor seja reduzido a medida que novos parceiros se interessem em apoiar o projeto.

 
O Centro de Diagnósticos do Projeto Imagem Solidária está instalado na Rua São Clemente, 216, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. Para obter outras informações ou conhecer mais sobre o projeto acesse aqui o site e, não deixem de divulgar.

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Até quando protestos silenciosos?

No último dia 25, o fotojornalista André Alexandre Azevedo, o André AZ (34 anos) foi assassinado brutalmente na Avenida Brasil, altura do bairro da Penha.  

André havia saído da sucursal do jornal O DIA, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, depois de encerrar o expediente, e retornava para casa, de moto, trafegando pela pista central da avenida expressa, sentido Centro do Rio. Baleado, o fotógrafo perdeu a direção, bateu na mureta da Avenida Brasil e caiu na pista seletiva do sentido contrário, em direção à Zona Oeste, a 50 metros da moto, e foi atropelado por vários veículos.

 

Segundo os jornais, peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) identificaram duas perfurações no braço esquerdo e uma nas costas, altura do pulmão, onde ficou alojado um projétil. Uma testemunha, que dirigia um carro a poucos metros de André, apareceu no dia seguinte, informando que uma segunda moto, com dois homens, perseguia o fotógrafo. Ao emparelharem o carona bateu com a arma nas costas de André, que tentou fugir da investida. Após os disparos, os assaltantes fugiram em direção a uma comunidade que margeia a Avenida Brasil.

 

O corpo do fotógrafo foi enterrado no Cemitério de Irajá com um protesto silencioso e emocionado. Aproximadamente 300 pessoas levaram rosas brancas, que foram depositadas no túmulo e usaram camisetas com a inscrição “Até quando?”. Na despedida, também foi colocado sobre o caixão, o capacete de André para lembrar uma das paixões dele, o motociclismo.

 

Segundo o Jornal O Dia, entre janeiro de 2007 e outubro de 2008, cerca de 2.500 pessoas morreram vítimas de armas de fogo nos bairros cortados pela Avenida Brasil e na própria via.

 

O Trevo das Margaridas, em Jardim América, é considerado um dos trechos mais perigosos para assaltos e roubos de carros, mas a verdade é uma só: em 116 quilômetros de via, não há policiamento ou iluminação eficiente. Um prato cheio para as investidas dos bandidos, pois com a redução da velocidade e a baixa visibilidade, as quadrilhas, surpreendem os motoristas, com facilidade 

 

Infelizmente, não é só a Avenida Brasil que é terra de ninguém no Rio de Janeiro. Só gostaria que me respondessem a uma pergunta: ONDE ESTÁ O DINHEIRO DOS NOSSOS IMPOSTOS?

 

Mais sofrido que perder um parente pelo acaso, é perdê-lo pelo descaso das nossas autoridades. Vivemos em uma terra sem lei. Onde temos os nossos direitos roubados por nossos governantes. Rosas brancas são lindas, mas não resolvem os casos de violência, de falta de socorro médico, entre outras aberrações que vivemos. Até quando não vamos gritar e tomar a força o que nos pertence? “Até quando vamos aturar calados” é o que tenho perguntado.

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