Arquivo do mês: agosto 2009

Domingo de Busão

BUSÃO

Pensam o quê? Que só porque hoje é domingo pobre não sofre na condução?! Bem ao contrário… Vai depender de transporte públicono final de semana pra ver o que é bom pra tosse (como diria minha saudosa avó).

Porém, quando se acha algum… É piada na certa! 

Mas isso, não vou contar aqui não. Bóra lá, De viação Busão

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Promoção: Apenas a memória não basta!

Promo

Os bons sonhos vêm das lembranças… E se as lembranças falharem? Melhor ter tudinho registrado em lindas fotos, é ou não?! Este é o trabalho da minha amiga e super talentosa fotógrafa Gábi Oliveira: eternizar momentos importantes, para que as emoções não sejam esquecidas com o tempo.

Esse delicado trabalho pode estar a distância de um clique, porque no dia 31/08 (segunda-feira), a Gábi vai sortear uma sessão com 80 fotos tratadas, que ela vai entregar em CD ao feliz ganhador.

Vale fazer um book sozinho, vale fotografar junto com aqueles amigos muito queridos, com a família… Vale clicar o bebê lindinho que acabou de nascer ou a barriguinha gestante que começou a aparecer… O sorteado escolhe o que vai querer fotografar, a emoção é por conta da casa!

Oba! Eu quero!!!

Então vá até a página da promoção “Apenas a memória não basta” e comenta “Não basta!”, pronto, você já está participando do sorteio.

Cruza os dedos. Boa sorte!

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Mães ou Parideiras?

Se tem uma coisa que me deixa Fê da Vida é mulher parideira, que coloca filho no mundo sem a menor responsabilidade, e claro, deixam que eles transitem pela vida, se criando, como verdadeiros fenômenos da natureza…

Dia desses, um grupo de pré-adolescentes, saídos da Escola Municipal que tem na minha rua, ficaram em frente a minha janela, cantando um desses funks proibidões, que nem eu, nos meus vai-e-vens pelas nights jamais tinha ouvido mais assombroso. Não bastasse isso, o barulho se seguia de uma coreografia que sinceramente, nem em quatro paredes, me lembro de ter ousado tanto!

O desfecho? Clica ae no banner, que hoje é dia de Mulheres à La Carte!

mulheres

See you

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Lá vem (outro) golpe

No dia 19 de maio, o ex-prefeito César Maia, no seu ex-blog “fez uma breve retrospectiva sobre os fatos que fizeram com que o Rio perdesse a centralidade cultural no país” – trecho retirado do texto original -. Claro, que a sensível historinha era para defender os vultosos gastos com a construção da Cidade da Música em sua gestão e atacar a atual administração pela obstrução das obras que claro trazem iguais prejuízos, já que o prédio está lá na Barra da Tijuca, como um bom elefante branco, que é.

Terreno político adubado. Um pouco de pirlimpimpim extraído das gordas tetas dos nossos impostos e hoje vem a notícia, que Eduardo Paes autorizou a retomada das obras da Cidade da Música, mesmo ainda estando em andamento a auditoria que tramita na Câmara dos Vereadores para investigar o rio de dinheiro que saiu dos nossos bolsos direto pro empreendimento cultural que tanto faz falta aos cariocas (ouviram o “ó” da multidão ao fundo?).

Mas embora tenha “aberto as pernas” para a construção que abominava em época de campanha, o atual prefeito é durão: ordenou à Riourbe que elabore outro escopo e um novo orçamento para a obra, com corte de custos (prendam as gargalhadas que é feio rir da autoridade).

O que eu sei é que no início do mês, uma jovem mãe, de uma comunidade aqui próxima, me pediu o favor de socorrer o filho dela, ainda recém nascido, de alguma coisa que parecia asma, mas não tinha certeza. Era um domingo. Passeei pelos UPAs (Unidade de Pronto Atendimento) de Irajá e da Penha, não havia pediatras. Ah, é. O Upa é responsabilidade do Governo do Estado. Não tem nada a ver com Paes.

Com o bebê já desfalecendo, fui dirigindo até mais 3 hospitais públicos e a essa altura nem me interessa saber a qual órgão do governo está ligado: Ninguém atendeu a criança. Foi quando eu o trouxe para casa e usei meu nebulizador e minha experiência como mãe (sem diploma de Medicina), para salvá-lo. Poderia ter agravado a situação. Quis Deus que fosse a heroína.

Mas a gente não quer só comida (e saúde). Precisamos muito de Diversão e Arte, afinal faz toda a diferença ser ou não pólo de cultura, claro, se a gente sobreviver às outras mazelas para ver.

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Respondendo às minhas questões(?)

Após assistir aos vídeos sobre mercado de trabalho, apresentados no post anterior, escrevi ao Consultor em Gestão Empresarial Waldez Ludwig (como mencionado na “Obs” do rodapé), levantando a questão:

homem_confuso

“E quem bate um bolão, sua a camisa como um bom jogador em início de carreira, é empreendedor, investe em conhecimentos qualificados para se fazer melhor na sua área e ainda assim, continua desempregado (ou subempregado)? O que fazer quando se é exceção à regra mercadológica?

Ao que ele prontamente respondeu:

“Fernanda, obrigado pelo interesse. Primeiro, não há regras, portanto, não há exceção. Nenhuma teoria se sustenta com exemplos. Só sei que o inverso (fazer mal porque ganha pouco ou não é reconhecida) não dá certo definitivamente.

Continue fazendo gols de placa.

Abs, Waldez.”

Não costumo usar o meu sarcasmo neste espaço, mas o momento agora pede.

Eu vou traduzir, posso?!

Pode! Pode! – o povo inflamado grita.

Fernanda, milagre eu não faço. Primeiro, as idéias que tenho são para profissionais com alguma sorte. Um bom padrinho também resolve. Se não tem nenhum dos dois, vá malhar seu glúteo, o resto vem com a baba dos empregadores e ou dos profissionais do RH. Continue trabalhando de graça e as rugas virão com o tempo, mas não conte com dinheiro para os potes caríssimos de creme. Cada um com seu carma!

 Amigos leitores, piadas infames a parte, percebo que o mercado de trabalho não tem nenhuma lógica. Quando somos jovens e inexperientes, não há vagas, porque somos jovens e sem experiência. Quando atingimos uma certa idade, vem a exigência de um currículo, que não temos, porque claro, antes éramos jovens, sem portas abertas. Então estudamos, para ser um diferencial. E, no fim, temos instrução, qualificação, mas aí, já estamos com muita idade e sem espaço no mercado.

Sorte, padrinho. Sorte e padrinho. Essa é a chave do sucesso. O resto, como Ludwig mesmo disse  não há regras!

LUPA

 Continua minha busca… Quer dizer, nossa, porque sei que tem muita gente compartilhando do mesmo problema. Sorte!

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Mercado de Trabalho em debate na TV

Encontrei no blog CHMKT os três vídeos que disponibilizo a seguir. São 3 blocos da participação do consultor Waldez Ludwig no programa Sem Censura, da TV Cultura.  O tema: mercado de trabalho e sucesso profissional.

Não costumo usar idéias de outros blogueiros, no sentido copiar e colar o que descobriram na rede ou coisas do tipo. Mas o caso é que a exposição do Ludwig aborda a falta do empreendedorismo, e a necessidade deste na busca por uma colocação no mercado de trabalho pós-moderno.

Gostaria que prestassem atenção especial no primeiro vídeo onde ele menciona que o jogador de futebol, em início de carreira, não faz gol contra, porque recebe salário mínimo em um clube pequeno. Ao contrário, se esforça, até que um caça-talentos o encontra.

Diria ao especialista em Educação Corporativa, que isso só me deixou mais convicta em relação a teoria da “bunda sarada X teste do sofá” que venho mencionando por aqui. Afinal de contas, comecei no jornalismo trabalhando de graça, por mais de um  ano em uma certa emissora de rádio FM. Eu disse trabalhando? Corrijo: trabalhando muito.

Percebendo que jamais seria reconhecida ali, entreguei o cargo e trabalhei por um ano ganhando R$200,00, em uma outra emissora AM. Lá, igualmente, mostrei toda minha capacidade, e após não ser reconhecida de novo, conhecendo o valor do meu empreendedorismo, novamente entreguei o cargo.

Hoje atendo a mais uma empresa, de graça, e com muito empenho e prazer como Assessora de Comunicação, porque eu preciso é FAZER GOL e, ainda assim, essa vitrine não me trouxe qualquer retorno. Lembrando ainda, que estamos falando de CINCO anos de investimento profissional.

Portanto, perguntaria ao caro Ludwig: o que fazer quando se é exceção a regra?!

Assistam aos vídeo e se não se sentirem exceção, assim como eu, mas a regra do que ele demonstra: acertem seus caminhos. Fica a dica.  

 

Obs.: Encaminhei ao Ludwig um email com os mesmos questionamentos que levanto neste post. Mas uma prova de que não estou parada com meus erros.

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Sem padrinho não há vagas!

desempregoHá 15 dias (mais ou menos) participei de um processo seletivo, para Assessoria de Comunicação Interna de um plano de saúde. Hoje me chega o email:

“A ‘tal empresa’ muito se orgulha de ter sido escolhida entre as organizações de seu interesse para trabalhar (…), mas nesta oportunidade, a nossa escolha foi por outro (a) candidato (a)”.

Comovente, não?! Só faltou o “Desculpa ae, mas passe amanhã”.

Devo dizer que a seleção contava com 6 candidatos: Uma menina linda que usava gírias como vírgula, outra que nem formada em Comunicação era, um cara totalmente alienado que não respondia  “Lé com Cré” ao examinador, eu e uma outra que mostrava muito conhecimento… Na área de TV.

Paralelamente a isto, no início do mês, fiquei sabendo de uma vaga no mesmo grupo onde trabalhei por dois anos; Liguei pra lá, implorei indicação. Embora, dentro de mim, achasse que eles é que deveriam me ligar oferecendo o emprego, afinal, mostrei serviço por 2 anos. Diga-se de passagem um serviço limpo e qualificado.  

Parênteses: Entendo que não havia espaço para mim naquele departamento, mas aí aparece uma vaga em um outro núcleo e fico sabendo por fora?!

Tudo bem, não me intimido e vou atrás…

Qual decepção é maior!? Desta vez, não me deram nem a chance de fazer a entrevista. Recebi ontem o email:

“Infelizmente, seu currículo não atendia ao perfil desejado pela Revista P&%. Guardaremos suas informações para futuras oportunidades.”

Blá blá blá que se não fosse trágico, até seria cômico para analisar.

O mais curioso é que recentemente recebi um email, de um funcionário concursado da mesma instituição, em que na mesma linha, cometia-se atrocidades como “ajente” (a gente) e concerteza (com certeza). Tive vontade de nem ler o restante, porque a evidente ignorância de um Servidor Público Federal me deixou FÊ da Vida! Mas, como estava esperando “o favor” da indicação, dei atenção até o final.

Como não pensar que no caso do tal plano de saúde, quem ficou com a vaga foi a menina linda e cheia de gírias? Nesse país, só o que se vê são “afilhados” colocando no bolso pessoas qualificadas (neste caso eu e a “menina da TV”, se não foi ela quem ficou com a vaga).

Diante dessas experiências, não só no jornalismo, mas ao longo da minha vida adulta, começo a perceber que meu problema de desemprego, não é falta de padrinho ou sorte. É falta de bunda mesmo. Perdi muito tempo estudando, devia ter ido para a academia malhar e encontrar um teste do sofá. Certamente emprego não me faltaria, em qualquer escalão, de qualquer departamento.

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Agora me contem: aos 30 anos, sem carteira assinada, sem experiências comprovadas, com um diploma recente de baixo do braço e sem padrinho eu faço o que da vida? Pego o boné do meu filho e vou pra baixo da ponte me juntar aos indigentes?!

#eucansei.

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