Arquivo do mês: junho 2010

Número ‘Único’

E falando em Copa do Mundo, Seleção Brasileira e afins… O curta-metragem “1.284” é o novo hit do Youtube. O filme mostra Pelé, aos 70 anos, partindo para realizar mais um sonho: marcar o último gol da carreira com a camisa da Seleção Brasileira.  Como não podia deixar de ser, o feito é contra a Argentina (que tentam secar o Rei, claro) no estádio do Morumbi, em São Paulo.

O filme tem produção executiva do cineasta Fernando Meirelles. E mesmo sendo um promocional da Vivo… Emociona. Se a idéia era combater o Ronaldinho, atual garoto propaganda da Claro, a empresa, literalmente, bateu um bolão. Afinal de contas, mesmo quem tem suas restrições a figura do Pelé, não pode ignorar o fato dele ser o atleta do século.

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Muito riso é sinal de pouco siso

E a seleção brasileira vai avançando na Copa do Mundo e junto com cada festa a tragédia. Ontem, por exemplo, foi um jogão… Daqueles que a torcida esperava desde o início da Campanha Dunga – a mim basta ganhar, porque vocês sabem que gosto tanto de futebol que torço pelo Bonsucesso -, em contraponto um PM foi morto na Lapa, outro na Baixada por motivos estúpidos.

O primeiro, um jovem ainda, de 24 anos. Segundo a polícia, ele e outros três policiais terminaram o plantão e foram a Lapa ver o jogo do Brasil. Estavam à paisana quando dois homens em uma moto passaram atirando. Os outros três policiais conseguiram fugir.

O outro policial estava de folga e participava de um churrasco na casa de um amigo, na Baixada Fluminense, depois do jogo da seleção Brasileira. Ele saiu para checar uma denúncia de pedofilia. Ao dar voz de prisão ao suspeito, o policial foi esfaqueado. O sargento Malaquias ainda deu entrada no Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, mas não resistiu.

Tudo bem que este deu mole para o azar indo checar sozinho uma denúncia. O que cabe dizer é que nos dois casos, os suspeitos fugiram. Claro. Em dia de jogo da seleção o Brasil pára. Ninguém pode sofrer atentados, passar mal, sofrer acidente. Tudo isso é risco. Ninguém se movimenta (embora todo mundo jure de pés juntos que estão de plantão).

O que eu tenho contra festa? Nada. Inclusive recebo de bom grado minhas folgas com as disputas da seleção – Avante, Brasil -. O que eu lamento muito é que o país pare por conta de festa, mas não pare em mobilização pró segurança, educação, saúde… E crimes como esses terminem sem os culpados punidos, enquanto todos babam no telão. Avante, Brasil!

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Novo sistema de transporte público

A prefeitura do Rio quer racionalizar a distribuição de ônibus pela cidade. Essa é a manchete do jornal. Vamos trocar em miúdos?

A tarefa é reduzir o número de linhas onde eles acham que existem exageros, como na Zona Sul e Tijuca, por exemplo, e melhorar o sistema no subúrbio e na Zona Oeste da cidade onde visivelmente falta transporte público.

É. Aumentar opções de transporte é boa (e tardia idéia). Mas na minha modesta opinião, não há exagero de transporte para ninguém. Se está bom de um lado, copia-se do outro o que está funcionando. Sem pensar em piorar o que já está bom. Óbvio para nós que usamos transporte (precário) público diariamente. Sei lá se pensa da mesma forma o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão.

Para saber isso, vamos ter que esperar (eu sempre espero essas decisões roendo unhas, porque como povo, a corda arrebenta bem no colo da gente): Sansão não quis adiantar a imprensa os números sobre o aumento e a redução de ônibus em cada região. Segundo ele, só a partir da implantação efetiva do bilhete único, e com um estudo que vai mostrar o número de integrações, será possível determinar a quantidade de ônibus circulando em cada região. Minha torcida é para que eles saibam analisar dados direitinho.

Agora, além de melhorar a quantidade de linhas pela cidade, vai a dica, hein Sansão: A prefeitura também tem que se ocupar em fiscalizar a qualidade dos ônibus que estão circulando pela cidade.

Ontem de manhã, um aposentado, de 55 anos, morreu ao ser atropelado na calçada por uma das DUAS rodas que se soltaram de um ônibus que liga Campo Grande a Cascadura.

A Subsecretaria de Fiscalização de Transportes informou que o ônibus, está em situação regular.  O veículo foi vistoriado em março e está com a próxima avaliação agendada para o período de 16 de outubro a 19 de novembro. Em se tratando de Rio de Janeiro… Será que vistoriaram mesmo ou será que levaram uma cervejinha para avalizarem a ida e vinda de um carro caquético?! Eu tenho minhas dúvidas, infelizmente.

A Feital, empresa responsável por essa linha de ônibus está acostumada a impunidade. Em 2008, ela chegou a colocar 110 ônibus nas ruas do Rio, todos em situação irregular. Quem confia agora que a roda soltou simplesmente porque estava na hora daquele senhor morrer?!

Vamos esperar que a Prefeitura do Rio faça essa reavaliação dos ônibus do município  com o mínimo de responsabilidade, porque não vai ser nada bom ter turista morrendo na cidade, atropelado por roda de ônibus, que circulava em situação precária no meio da Copa ou das Olimpíadas que estão para acontecer aqui.

Fonte: G1

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Do dia dos namorados

Era para ter um podcast do dia dos namorados aqui. Mas fiquei enFÊrma, sem voz, quase não deu para trabalhar, que dirá para pensar em estréias. Sendo “post falado” ou não… Cá estamos em mais um famigerado DIA DOS NAMORADOS.

Quem disse que vou chorar pitangas? Rá. Fui chorar na minha casa de praia, porque posso estar encalhada, mas sou um luxo. Abram o cardápio. Hoje é dia de Mulheres à La Carte.

See you

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Das desventuras da vida

Morar com a mamãe é muito bom. Eu chego em casa, o jantar está pronto (nem sempre), a louça lavada, a roupa limpa, a casa perfumada, o filho de banho tomado. Um luxo! Mas os problemas de convivência existem, como qualquer relação quatro paredes.

O problema aqui em casa é que mamãe está idosa, e como tal, anda dormindo pouco. Acorda de madrugada, tipo 4h20 (isso aconteceu hoje), e começa já as tarefas do dia. Ela só esquece que, neste horário, eu tenho ainda um pouco mais de uma hora para dormir.

Toma-lhe de varrer, de lavar, de bater portas da cozinha, de ligar o rádio…

E eu lá: vira de um lado. Puxa edredom. Cobre a cabeça com travesseiro. Até que o bendito celular entra no modo despertador… “O sol já raiou, a alegria é maior…”

Oi? O sol? Mentira! Nem raiou. É inverno (pelo menos a sensação térmica). É ainda de madrugada. E eu já estou semi acordada há bem uma hora. Sonada, escolho a roupa. Hoje vou vestida melhorzinho, que é para ver se tira a cama das costas. É digno com meus colegas de trabalho.

Coloco a roupa limpinha em cima do vaso sanitário. Tomo meu banho, creminhos, perfume. Vou puxar a blusa para vestir, ela cai. Me respondam: Pão de pobre cai com a manteiga pra cima? Claro que não. Entre o vaso e a parede, num vão cego, que jamais veria de onde estou, tem um baldinho com ÁGUA SANITÁRIA e a blusa, novinha, que havia comprado ontem, não na Feirinha de Itaipava, mas no Shopping, naufraga lá dentro.

Seqüência de palavrões, claro.

Jogo a blusa dentro da pia. Esfrega. Molha. Molha. Esfrega. Tarde demais. A blusa preta virou… vermelha? Marrom? Nem sei.

Outra seqüência de palavrões.

– Mãe. Ô mãããããe

Vem ela com aquela plácida calma.

– Que foi, menina? Vai tirar o pai da forca?
– Não, mãe. Tirei minha blusa nova de dentro do balde com água sanitária.
– Ah, minha filha. Ia arear o Box, mas resolvi esperar você sair
– É, mãe. Agora vou demorar mais pra sair. Morri de ódio. Preciso ressuscitar para escolher outra roupa para ir trabalhar.

Thank’s God!!!! Por cada teste de paciência bem ultrapassado.

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Olhos Azuis – O filme

É. Bem que poderiam ser os meus. “Hum, metida”. Mas estou falando do filme. Acho que todo mundo já reparou o trailer de Olhos Azuis que está em cartaz no cinema.  Se não reparou, dê uma olhada:

Uma distribuição da Globo Filmes que fala em Inglês? Brasileiro? Americano de segundo escalão? O que rola?

A produção é brasileira. Mas conta a história de um chefe de Departamento de Imigração do Aeroporto de Nova York, que está em seu último dia de trabalho antes da aposentadoria. Estressado e alcoólatra, o cara resolve implicar com um grupo de latino-americanos. Daí se desencadeia uma situação constrangedora que acaba por provocar a morte de um brasileiro. Por isso, o longa, usa legendas quase todo o tempo.

Os olhos azuis é um ator que pouca gente deve saber o nome, mas que todo mundo conhece como coadjuvante: David Rasche. Agora de relance, só me lembro da série Recém Casados.

Me parece que o filme vem com um pouquinho de atraso. Porque foi noticia no mundo todo, o que o Bush submeteu os turistas em termos alfandegários e de controle de passaporte, depois do 11 de setembro. Os EUA estavam tratando o mundo como se vivesse a véspera do Apocalipse. Hoje com o Obama no poder, as assessorias do exterior, pelo menos (eu nunca saí do país, vivo do que se apresenta na mídia e para a mídia) já não enviam tantos alertas laranja de terror. O clima é um pouco mais ameno. Nem com o recente atentado na Times Square isso mudou. De forma que a identificação é mais um arquivo de memórias.

Enfim, estamos falando de ficção, não de jornalismo. Não precisa mesmo estar em cima do lance para ser bom. Portanto, ainda não assisti Olhos Azuis, mas o trailer me chamou bastante atenção e a crítica também vem aplaudindo. Como essa cambada de crítico é difícil de achar qualquer coisa realmente boa, isso é um incentivo a ir aos cinemas.

Sem contar que eu sempre apoio a platéia a prestigiar produções nacionais, porque nossos artistas, produtores e outros profissionais da arte que batalham tanto pra mostrar suas obras, merecem o prestígio. Tanto acredito nisso que, fui contactada para ir a pré estréia, enviei o email de confirmação, não me retornaram e ainda assim, estou aqui deixando a dica do final de semana.

Aliás, já recebi pagamento e estou sem companhia, hein. Se quiser convidar… Aceito. Essa também é dica.

E, a propósito, bom feriado!

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