Arquivo do mês: maio 2011

URL curta Virou Grama

Na contramão dos posts pagos vou fazer uma propaganda social gratuita:

Vocês já conheceram o encurtador de URL do Carrefour?  A ferramenta funciona como o Migre.meBit.ly ou TinyURL, mas neste caso, cada endereço encurtado vira gramas de alimentos a serem doados a Cruz Vermelha.

A ideia me foi apresentada via Twitter pelas @MissMoura, há algumas semanas – já deu para reparar que sou uma blogueira sempre em atraso, né?! Mas, neste caso, a ajuda não tem hora para acontecer, então, vale a pena divulgar –.  A última vez que usei três mil toneladas já tinham sido convertidas. O objetivo é chegar a 10 toneladas, isso quer dizer, que tem gente que precisa da sua postagem.

Sejamos nerds solidários!  Utilize também http://virou.gr

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Johnny Depp em 3D

A nova aventura de Jack Sparrow começa com a trama sugerida ao final de Piratas do Caribe – No Fim do Mundo: a procura pela a mítica Fonte da Juventude. O pirata interpretado por Johnny Depp está em Londres para um resgate e acaba se envolvendo numa corrida para encontrar a dita fonte (onde, aliás, Sparrow já teria ido o que, claro é o maior caô. Ele continua vivendo do improviso). Nessa disputa, há espanhóis, ingleses (comandados pelo seu antigo desafeto, Barbossa) , o pirata Barba Negra, que agora é pai da linda Angélica, que desperta a libido do nosso herói, para deleite das senhouras sonhadouras.


Aliás, com vossa licença esse é o momento de soltar um suspiro. Gente, se Johnny Depp vivendo Jack Sparrow já era um escândalo na telona, o que é esse homem no cine 3D?

Bem, diante disso, não esperem minha imparcialidade jornalística! Isso não é propriamente uma crítica a Piratas do Caribe 4 – Navegando em águas misteriosas. De minha parte, fiquei lá, bem entretida, o filme todo. Rindo das graças de Sparrow, como quem sorrisse fazendo charme para ele. Porque, né, sonho é sonho…

E já que estou lá… Pacto ficcional. Vamos sonhar. No mais são os mesmos piratas zumbis, as  mesmas velas rasgadas e músicas dramáticas em cenas cruciais… E o mesmo carisma Depp que faz valer todo o resto.

Ass.: A macaca de auditório.

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Os Esculaxados – Pra morrer de rir!

Não, não. A peça, dirigida por Chico Anysio, não tem esse subtítulo, mas depois de rir muito na plateia, eu resolvi divulgar assim. Na última sexta-feira, fui convidada a assistir a estreia deste espetáculo, no Centro Cultural Suassuna (Avenida das Américas 2.603, Barra da Tijuca) e, só posso dizer duas coisas: INDICO MUITO!

No palco, Alexandre Maguolo, Beto Moreno (também responsável pela autoria do texto), Rafael Guimalle, Maykon Robert e Will Gama apresentam, em esquetes, fatos do cotidiano e algumas neuroses urbanas. Tudo com muita graça!

Mas os atores não arrancam só gargalhadas do público. Tenho a impressão que eles se divertem com a gente também. E nem adianta sentar atrás pra fugir dessa interação, hein!  Que o diga o inesquecível Marcelo, ou deveria dizer a vítima da minha sessão?

Dá vontade de contar tudo (mesmo tendo demorado a postar a respeito, desculpa galera!), mas vou dar só uma palhinha, que é pra aguçar a vontade de assistir: A Di Lurdes! Toma remédio para controlar hipertensão, fica com a urina frouxa, reclama do marido, diz que loja boa é a Citycol… Assim, como quem não quer nada, faz a gente lembrar hábitos enraizados no nosso cotidiano, atira na cara do espectador como somos caricatos, e por tanto, gera um reconhecimento de rir frouxo.

O cenário é pobre. Só um quadrado rosa no centro do palco (quem assistir vai entender a #interna).  E, pra quê mais?! O que deu certo foi a parceria dos meninos com o grande Chico Anysio. Prepare-se para se divertir muito.

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Social Media não é brincar de Twitter

Semana passada comecei uma nova empreitada da minha vida: entrei para o hall dos assessores de imprensa. Sei que já tinha passado pela Asfoc-Fiocruz, mas certas instituições se vendem por si só, não demanda tanta ciência ou esforço. O caso agora é outro. Precisa de transpiração, elaboração e conhecimento.

E nessa necessidade de cientificidade para projetar clientes, reparei como ainda preciso aprender a trabalhar os desafios da contemporaneidade. Muito além dos releases, press kits e follow ups de outrora, os clientes agora precisam se ver pela web. Claro, é o grande filão do momento. Muita gente já saiu das redes sociais para a TV Globo, taí a Tessália (grande geradora de polêmica) que não me deixa mentir. E, nessa visibilidade, temos a falsa impressão de que qualquer um pode ser projetado com muita facilidade da internet para o mundo. Calma, companheiro! Não é bem assim.

Nossa liberdade é limitada em certa medida. Precisamos conhecer cada uma das redes, quem se comunica com elas e por elas, que tipo de formatação o dado veículo oferece. Por outro lado, temos que conhecer o segmento do cliente, o seu público alvo, saber onde eles estão (quem se comunica por elas e entre elas, estão lembrados?). O nome disso é diagnóstico.

E não façam essa cara! É bem como um consultório médico mesmo. Você me diz qual teu mal. Avaliamos. Examinamos e prescrevemos o antídoto.

A fórmula não tem nada de mágica ou milagrosa. Não adianta sair abrindo contas em Facebook, Orkut, Twitter, Blogs e deixar pra lá, achando que as pessoas vão te descobrir… Não vão! Também não adianta baixar uma lista infinita de blogs e sites pelo Comunique-se, sem saber se os clientes do teu contrante estão lá. O processo é engenhoso, demanda tempo, astúcia, pesquisa e estudos constantes. Aliás, estudar muito mais é o que estou fazendo nesse momento. E você, está pronto para investir tempo na sua constante atualização? Pense nisso antes de sair por ai de boca cheia dizendo que é um Social Media ou um Assessor de Imprensa capaz de se comunicar nesse nicho. A coisa é bem mais complexa que soltar postizinhos aleatórios.

#Ficadica

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Santander Aymoré: A retratação

Depois de todo o transtorno:  caixa distraída que autenticou a folha errada do carnê, mau atendimento do call center e do departamento de cobrança, meu post surtiu efeito! O Santander Redes Sociais entrou em contato para resolver a questão e foram bem rápidos na solução.

Em três dias depositaram na conta da minha mãe (afinal de contas ela é a titular da divida) o valor integral dos juros cobrados indevidamente, como relatado no post anterior.

O transtorno foi muito grande. Culminou com uma carta do Serasa. Quando estávamos há muito tempo focados em solucionar o problema, mas o Grupo corrigiu seu erro, evitando novas dores de cabeça. Agradeço a atenção.

Que isso sirva de encorajamento a todo mundo que tem um problema. A internet é uma ótima ferramenta para fazer valer seus direitos. Aproveite dela!

Obrigada, atendimento de redes sócias, do Grupo Santander.

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Patrocine um sorriso

Quando a gente ouve uma piada engraçada ou vê uma cena de comédia explode em uma gargalhada. É o riso. Sinal de extroversão. Mas o que vamos falar agora não tem nada a ver com isso. Eu quero te mostrar a importância do sorriso… Aquela expressão, que desvenda delicadamente o interior de quem sorri.

Antoine de Saint-Exupéry, o pai do Pequeno Príncipe, disse: “No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele”.

Pode não parecer nada pra você. Mas com toda certeza, o texto toca a alma de 300.000 mil pessoas que nascem com lábios leporinos no nosso país. Essa má formação é uma a abertura na região do lábio ou palato, que entre outros males rouba, apaga, o sorriso de muitas crianças.

Para essas pessoas um remédio: os voluntários da OSB (Operação Sorriso do Brasil). Uma organização médico-humanitária, sem fins lucrativos, que andam devolvendo dignidade à portadores da fissura lábio-palatina. Esta Organização está presente em 54 países, e aqui no Brasil, contam com o apoio da Colgate.

Não. Esse post não é patrocinado. Porém, essas cirurgias corretivas precisam da sua ajuda. Procure no mercado produtos promocionais com o selo Operação Sorriso; Parte da receita obtida com a venda desses produtos vão para a Ong OSB e, com isso, aumenta ainda mais, o número de crianças atendidas.

Veja o programa no site: http://colgate.com.br/operacaosorriso

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Mãos ao alto: Tenho um carnê Santander Aymoré

Não sou vereadora do Rio, portanto, para ter um carro popular ( sem air bag, ou freios ABS, sem sensor de estacionamento ou bluetooth e sem nem sequer um toca fitas, que dirá um MP3) preciso ter na minha gaveta um daqueles carnês imensos, cuja sensação é de que o pagamento não finda nesta vida – e ainda devo torcer pra não ser roubada ou furtada, como aconteceu com o “caidinho” que tinha acabado de pagar no ano passado, porque claro, que não posso fazer seguro e pacificação da cidade é coisa só pra inglês ver -.

E então, que religiosamente como nos meses anteriores fui quitar mais uma parcela. No entanto, a caixa do próprio banco Santander se confundiu com as folhas e, ao invés, de pagar o boleto referente ao mês, pagou o do mês posterior. Na hora também não atentei… São tantas folhas… Apenas vi a autenticação no verso, dobrei o carnê e pronto. Deu-se a desgraça!

Passadas duas semanas, no dia 28/04, às 20h03, a cobrança da Aymoré Financiamentos (ligada ao Grupo Santander) fez o primeiro contato. Diante da constatação do erro, perguntei como poderia regularizar minha situação. Ao que a senhorita do telemarketing sugeriu:

“Podemos fazer a transferência das parcelas. Duas semanas antes do pagamento da mensalidade a qual a senhora não tem mais a folha, entre em contato com o telefone 4004-9090 e solicite o número do depósito identificado”.

Pedi o número do protocolo desta primeira gentil ligação, que aparentemente, havia resolvido o equívoco sem maiores transtornos e fui informada que não esse atendimento não tinha essa identificação. Achei estranho (e arbitrário), mas estava tão aliviada com a solução simples que relevei. Como sou ingênua! Acredito em banqueiros!!

Pra minha surpresa, no final daquela mesma semana, um novo contato da cobrança: a tal transferência de parcelas não havia sido realizada. O débito continuava em aberto. Passei para o atendente meu drama. Uma coisa tão simples havia se transformado em uma dor de cabeça sem precedentes. O rapaz concordou em fazer o mesmo procedimento (quitar uma parcela pela outra). Agora, sim, tinha um protocolo: 80453757, 17h05 de 02/05.

No dia seguinte, entrei em contato com a central de atendimento e fui informada que o procedimento tinha sido aceito. Alívio!!! Acredito em duendes!!

Hoje, recebo uma carta do Serasa Experien. Bufa! Enrubesce! Tempera o ódio com tua biles, Fernanda! Vamos nós em uma nova ligação para o departamento de cobrança. Transferem. Cai. Liga. Transfere. “Digita o 6, senhora”. Cai. Liga. “Digita o 5, senhora”.

“Realmente, a transferência da parcela foi realizada, mas falta R$32,98 de juros por esse tempo de demora da quitação”

TEMPO DE DEMORA DA QUITAÇÃO???

Em primeiro lugar, a caixa do SANTANDER LARGO DO BICÃO não estava prestando atenção no seu trabalho que é SÓ RECEBER E QUITAR DIVIDAS e autenticou a folha errada do boleto.

Abstraindo esse detalhe, eu deveria pagar apenas os juros de 15/04 a 28/04, quando a primeira ligação sem protocolo aconteceu e me deixaram tranquila quanto ao procedimento. E a menina, era muito solícita, mas não estava capacitada pra função.

E, pra concluir, não fui informada que me cobrariam juros pela transferência das parcelas. Fosse assim, teria pago a tal prestação em atraso e deixaria uma adiantada. Odeio pagar juros. Já basta bem tudo que está embutido nesse financiamento. Comprei um Palio e pago quase o modelo de luxo dos vereadores.

Tudo bem… O que não quero é o meu CPF no Serasa, manda ai o número para pagar os juros. Mandaram… ERRADO (protocolo 81208504, às 14h06, 11/05).

Eu pergunto:

Vem cá, Santander… Vocês não tem vergonha na cara, não? Ou o despreparo dos atendentes de vocês é de propósito mesmo, para tirar dinheiro de quem não tem?!

Se você tem um boleto desses, de infinitas folhas, fique de olho! Eu não sou a única com problemas com essa instituição!

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