Arquivo do mês: julho 2011

Um aprendizado por dia

Então, indignada com o vizinho que não trabalha, não se mexe para fazê-lo e vive de seguidas festas que não nos deixa assistir TV em casa, porque o som das músicas e da fuzarca parece que é bem no meio da nossa sala (ou em cima das nossas camas, se estivermos pelos quartos), manifesto minha indignação:

– Gustavo, eu não sei como é que pode… Eu trabalho feito moura, não dispenso um serviço extra, e só conseguimos sair 2 vezes no mês, seguindo restrições. Como é que este vagabundo pode não fazer nada e nos chatear tanto?
– Mãe, ele tem a casa, compra uma picanha a R$20,00, os convidados trazem a bebida… O que interessa é beber. Dele mesmo não tem muita coisa, além da vontade de infernizar a gente. O foco é: como resolvemos isso?
– Não tem solução, além de esperar trâmites legais
– Então o jeito é paciência e superação.

Silencio.

Meu filho é um milagre que me ensina todos os dias que caminho seguir. Não deveria ser o contrário? É que a vida funciona na base de uma troca, que muitas vezes, nem a gente entende bem. Desejo que ele jamais perca esse dom de entender a vida por um ponto de vista simples, resignado, de sabedoria infantil.

#prontocompartilhei

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O dia que o ônibus não parou

Eu não desisto! Continuo insistindo em utilizar e confiar no transporte público… Continuo ficando a pé. Depois do Metrô, o motorista de um ônibus passou por cima de mim no ponto, com o dedo esticado e tudo. Prato cheio para os amigos leitores! Praticamente um tributo à Deborah Cardoso, que adora me ver com cara de cão esquecido na mudança.

Mas esse menu, eu servi lá no Mulheres à la Carte. Simbora…

 

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Mais uma rede para os velhos seres sociais

Os nerds essa semana estão em polvorosa com um novo “brinquedinho”: O Google+.  A princípio não estava entendendo nada, mas no último final de semana fui olhar com mais atenção para a nova ferramenta. Estou sempre atrás, pero non mucho.

Ao contrário do Facebook o Google+ é ridiculamente simples. Acho que até por isso, não estava entendendo de primeira. Não consegui captar que tudo o que a ferramenta era, estava exatamente ali, ao alcance dos olhos. Basicamente, o sistema serve para adicionar os amigos e classificá-los de acordo com o círculo que pertencem (trabalho, família, escola, etc). E, a partir disso, é possível direcionar aos grupos o resultado de buscas, a publicação de imagens e  conteúdo em geral.

O problema é acabar publicando coisas em círculos errados por descuido. Se um monte de profissionais já estão sofrendo represarias das empresas onde trabalham por muito menos, imagina jogar no circulo do seu chefe as abobrinhas do porre de sexta?

Sem contar que, mais uma vez, o Google nos pega pela curiosidade e  se aproveita disso para conseguir nos fisgar para a superintegração de coisas do Google. Não demora e será necessário os cadeados para nos devolver alguma privacidade ou o  que é pior, pode superexpor o usuário,  publicizando informações que não desejamos que sejam publicadas. Será que isso não será feito sem que saibamos ou sejamos avisados disso?  Não tenho tanta certeza. É um risco que cada dia mais estamos correndo, enquanto brincamos de “Googles”

Tirando a teoria da conspiração, uma novidade interessante é o Hangout, um chat coletivo por vídeo. Como a farofada ainda não aportou nesta praia, o serviço funciona muito bem: velocidade e estabilidade de conexão. Um luxo que eles devem se preparar pra manter funcionando bem quando houver o boom da ferramenta, como houve no Twitter, quando virou capa de revista.

Fora isso, o G+, por hora não traz nada de mais. Pode ser um grande fantasma na vida do Facebook ou não. A gente nunca tem como mensurar exatamente a popularização (ou não) de uma nova mídia. Sei que já estou dando minhas circuladinhas por lá.

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MTE: 40% dos registros são concedidos a jornalistas sem formação

Segundo o Comunique-se, de cada dez jornalistas registrados no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE),quatro são profissionais sem graduação específica na área.

É o que revelam os dados analisados entre 1º julho de 2010 e 29 de junho de 2011 pelo MTE, após a formalização das normas para os registros de jornalistas com e sem graduação na área. Neste período foram concedidos 11.877 registros, sendo, 113 entregues mediante a apresentação do diploma de Ensino Superior e 40%, ou melhor, 4.764 por meio da Decisão/STF, a partir da ordem do Supremo Tribunal Federal, que em junho de 2009 extinguiu a obrigatoriedade da graduação específica em jornalismo para o exercício da profissão.

 Lamentável!

Você investe em educação nesse país e o que recebe? Marginalização e queixo caído. Esses números, desculpe, ferem o meu coração e, diante deles, não venham chorar barrigas protuberantes como as que mencionei na semana passada.

Sinal de tempos onde à educação e a cultura são cada vez mais desprezadas por nossas autoridades.  Ao menos o Conselho Federal da OAB aprovou apoio às Propostas de Emenda Constitucional (PEC) que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado e exigem diploma para a profissão de jornalista. Nessa hora, qualquer apoio sensato é bem vindo.  E nós, os próprios jornalista, só acharemos motivo pra fazer piada? Pensem e me chamem…

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Tranformers 3: Em 3D é mais gostoso

Presos a cadeira, olhos e ouvidos absolutamente atentos ao frenesi do espetáculo. Deslumbre define!

Transformers 3 – O Lado Oculto da Lua faz uma envolvente correlação entre fatos históricos – amarrados com cenas de arquivo,  recriações digitais e menções de presidentes dos EUA – e o destino de  Cybertron, o planeta originário de Autobots e Decepticons, devastado pela guerra civil dos gigantões de ferro. O start:  a corrida espacial travada por EUA e URSS nas décadas de 1950 e 60. Pensem: Sabe aquela sombra que vemos na lua cheia? Minha avó dizia que era São Jorge. Pode ser nada menos que o grande “deus” Autobot. De repente ele é despertado e…

Fim do Planeta Terra?

Toma-lhe bomba, laser, efeito especial e humano escolhido como elo para o contato com alienígenas (e o sujeitinho é fiel até o fim) até o the end que é esperado, os americanos sempre salvam a nossa espécie, mas nem por isso, menos salivar ao deglutir (me perdoem os chatos críticos de plantão que têm achado exatamente o oposto).

Mas nem só da devastação de Chicago é feito o longa. Algumas vezes, a montanha-russa desce, a explosão cessa e o público encontra alívios cômicos interessantes como robôs gordinhos, estúpidos ou naturalmente maluquetes.

Voltando a devastação ouso dizer que essa inovação 3D no cinema fez todo sentido. Empolga muito mais, credencia mais rápido ao pacto ficcional – Já havia sentido isso durante Avatar, mas a história em si deste exemplo, é incrivelmente envolvente, tanto que assisto todas as vezes que pego uma reprise no Telecine, como se fosse a primeira vez, mas Transformers reafirmou bastante tempo depois essa sensação de integração -.

Por fim, depois dessa sequência de Transformers, acho difícil outro cineasta se mostrar tão bom como Michael Bay, na arte da demolição sem dó de uma metrópole.

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Como ficar offline no chat do Facebook

A necessidade, definitivamente, traz o progresso. Nesse caso, estou falando do avanço de descobrir como ficar Off no chat do Facebook. Depois de ser chamada de recalcada, mal amada, despeitada, cricri e ir cagar no mato após imprimir uma crítica, percebi que todo mundo está apto a manifestar impressões da vida do outro, mas muito pouca gente tem a educação de ouvir o que os outros tem a dizer sobre nós. Não sou obrigada a compartilhar com quem não está pronto pra isso (essa é minha opinião, meu blog, minha opção de vida e minha falta de paciência) e, partindo deste princípio… Voi lá, a pólvora!

No Facebook, ao clicar na janela azul do bate papo, será aberta a listagem das pessoas que estão on line. Imediatamente abaixo, vem a “Lista de Amigos”. Nesta opção, como mostra a figura abaixo, existe a caixa “Criar uma nova lista”. No meu caso, nomeei carinhosamente e por motivos óbvios como MALA.

Próximo passo é colocar dentro dessa pasta quem você não quer que te veja on: Vai aparecer os rostinhos dos seus amigos, você vai clicando neles para fazer a seleção. Depois é só dar Ok.

Se com o tempo, você quiser incluir pessoas na sua listagem, no nome dado a ela, fica invisível o botão “Editar”, passando o mouse em cima, você vai encontrar bem ao lado direito. Abre novamente a página com os “faces” para selecionar quem interessa.

Agora é a parte mais gostosa: privacidade

Reparem que a lista de amigos e a nova lista criada ficam com a bolinha espichada, como um botão liga e desliga. É realmente essa a função.  Você pode arrastar com o mouse, a bolinha para o lado  esquerdo e ficará invisível para quem não te interessa.

 

O ônus de mudar o botão para invisível, é perder de igual forma a capacidade de descobrir o status daqueles amigos da lista. Isso quer dizer que você não vai saber se as pessoas estão conectadas ou não. Se tiver que falar com um “MALA”, vai encontrar todos os outros reunidos. O importante é que depois dessa voltei a ter minha tranquilidade virtual!

Meu recalque não incomoda a mais ninguém, nem eu sou incomodada com a imaturidade de certos senhores que acreditam serem os donos da verdade e, que o problema de toda mulher é falta de “homi”. É bem mais fácil do que se auto analisar, perceber o excesso, pedir desculpa…

Lembrando que você também tem a opção “Excluir” o amiguinho, caso o deseje. É só ir até o perfil dele, rolar a página até o final, na coluna onde há a foto, a esquerda,  você vai encontrar a opção “excluir”. Em casos mais drásticos, isso pode devolver sua ampla liberdade. Se estar off-line não der certo, este pode ser o próximo passo. #ficadica

OBS.: Estou criando outras listas como trabalho, amigos, etc. Se eu ficar off pra você, pode não significar que te acho um MALA, apenas que preciso trabalhar com a ferramenta, e todo mundo sabe, que em horário de expediente, o chopp de sexta pode ficar para conexão de casa, no pc não monitorado pelo chefe. 

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Mais uma vez Google

Cada dia que passa mais eu me surpreendo com a capacidade de inovar deste povo. Sabe aquelas abinhas: web, imagens, notícias (e etc) do Google? Você tinha que ficar procurando por itens o que te interessava? A coisa agora está bem mais prática, meus queridos leitores:

Agora existe o What Do You Love. O serviço foi lançado pelo Google na terça-feira (28/6), mas eu que custo a descobrir as coisas, só fui desvendar essa maravilha agora. Felizmente, tem sempre gente mais atrasada que eu para me dar a felicidade de compartilhar a “novidade” e ainda posar de Geek. =p

Enfim… Agora, ao realizar a pesquisa sobre um determinado termo, uma nova página é exibida com resultados em vinte ferramentas diferentes, como Images, Youtube, Maps, News, Books e outras ferramentas. Tudo ao alcance dos olhos, sem precisar ficar mudando de link e aguardando novas buscas. Os resultados são exibidos em uma única página. O usuário pode selecionar qual das vinte ferramentas ele deseja explorar a pesquisa.

O conceito de What Do You Love é semelhante ao que a gigante de buscas oferecia com o iGoogle, que permite a instalação de aplicativos do Google, criando, desta maneira, um portal personalizado, com diversas ferramentas de pesquisa em apenas uma tela de visualização.

Pronto, apaixonei. Para a internet “tartaruga com sono” que tenho no meio escritório isso foi um grande diferencial.

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