Na cabeceira: Diário de um Banana

E então, um tal ciclo de leituras na escola apresentou ao Gustavo o Diário de um Banana, de Jeff Kiney. Best Seller recomendadíssimo pelo New York Times.

Ao que parece a dinâmica era: cada aluno tinha que levar um livro, diferente dos paradidáticos indicados pela escola, que eles tivessem lido e aprovado. Então, teriam que ler um trecho para turma que tivesse chamado a atenção. E, após isso, “trocariam” os títulos até a próxima aula, quando novos trechos interessantes, seriam destacados.

Coitado de quem só lê por obrigação?! Era pra ser. Mas essa dinâmica, ao que parece, surtiu efeito na galerinha. Porque todo mundo acaba gostando de ler quando o tema interessa. E, se estava valendo qualquer coisa do mundo, se permitido para a idade deles, claro, o assunto fica muito mais interessante. O universo da leitura acaba ampliado.

Bom, no caso do meu filho, especificamente ele sempre gostou muito de ler, mas valeu por esse benefício de “descobrir” novos mundos.

A primeira coisa que atrai no Diário de um Banana é sua aparência, tanto a capa como as ilustrações internas são muito bacanas. Mas, além de ser uma gracinha, também é uma leitura muito divertida, até minha mãe que só lê a Bíblia, leu e se acabou de rir. E olha que gerações afastam ela do neto (e da realidade contada no livro). Mas, ó, tem que degustar mesmo as ilustrações. Muitas vezes a graça está no desenho.

O livro é tão viciante que quando se começa a ler não dá vontade de parar. Nós que devoramos livros, acabamos com ele em dois dias. E com carinha de quem quero mais.

Conclusão?! Presente do dia das crianças entregue:

Acabei de presentear o Gustavo com o “Rodrick é o cara” e “Gota D’água”. Um kit com os dois volumes seguintes da série, que ainda vem com o “Banana” de porta livros e dois marcadores de páginas. Fugindo de qualquer coisa digital caríssima. Professor de Português, obrigada… Seu lindo!

Um desses presentinhos que fazem feliz a família toda. Sabem como é, né?!

E tem mais um detalhe: nesse caso especificamente deu para o Gustavo entender que não é só na nossa família que o Murphy aparece de intrujão toda hora. Não é mole viver na casa de ninguém. Greg que o diga. Coitado! O protagonista só se ferra.

Quer saber mais? Hehehe Não conto!

3 Comentários

Arquivado em Entretenimento

3 Respostas para “Na cabeceira: Diário de um Banana

  1. Vi o filme esse ano e claro, botei os meninos pra ver. Mescla filme com partes q ele desenha também. Foi divertidíssimo, não sei se o livro é ainda melhor…

    • fefreitas

      Pois é, tia Ma… Nossa vida está ligada as fases dos filhos, né?! Até minha literatura anda infanto juvenil. kkkk Mas… De verdade, rende boas gargalhadas. Nesse caso vale suuuuper a pena.

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