Arquivo do mês: dezembro 2011

Retrospectiva 2011

E ai, que essa época do ano fica todo mundo garimpando aprendizados e promessas para o tempo vindouro. Acho digno! Em algum momento há de se fazer o balancete, contar os mortos e feridos (quer seja seus renascimentos ou feridas que você provocou).

Bem, 2011 não foi bacana pra mim. Em janeiro, tinha saído da Rádio Relógio para uma emissora que parecia sólida; Havia tudo pra dar certo. E deu tudo errado! Desemprego, dívidas crescentes… Tudo entruncado, suado, sofrido, amarrado… Sei lá, se esse ano fosse um ex namorado, sem dúvida, seria um Marlo da minha vida (aquele que mais me deu desgosto e me serve de exemplo de falsidade e ingratidão. Só as meninas que acompanharam de perto pra saber).

Essa questão da Tamoio, aliás, é uma coisa que não vou deixar em 2011, porque nosso acerto de contas foi gentilmente jogado para o final de janeiro do ano que vem. Aplausos para a Justiça Brasileira! E não foram só danos materiais, não. Uma amizade minha foi profundamente abalada nesse turbilhão. É como tivesse ficado órfã de uma irmãzinha, de uma hora para outra. Fico vendo fotos e sabendo notícias meio de longe, e logo brota aquele pensamento: poderíamos ter vivido isso juntas. Embora minhas pernas não se arrisquem mais procurar por um resgate. 

Eis aqui um aprendizado: Amizades são como espelhos. Uma vez quebradas, podem até ser remendadas (há jeito pra tudo nesta vida afinal de contas), mas a imagem refletida nunca mais será aquela bonita dos primeiros tempos.

Sem contar o meu carro que também foi furtado na porta da Tamoio. Gente… Aquele lugar tinha uma cabeça de burro enterrada. 

No meio do ano comecei a respirar. Veio o emprego em uma agência de Comunicação, que embora pequena tinha clientes muito interessantes. E quando achei que ia passar essa chuva toda por lá, apareceu outra oportunidade que parecia até maior, o salário era melhor… Deu até aquele flash de sonho: Voltarei a estudar, as contas vão se organizar, vai dar para bater perninha cazamigas vez por outra… Qual nada! Meu caminho ainda se cruzaria com tanta gente ruim, com tanto assunto feio, travaria tantas batalhas diárias… Fugiria de tantas tramóias. 

O carro novo (um pouquinho melhor do que aquele que foi roubado e que me rendera nova dívida de prestações) acabou sofrendo um acidente de trabalho. O chefe acho que nem ficou sabendo, mas se soubesse também, acho que teria me perguntado: “E você foi de carro por quê?” Lembra que eu falei sobre gente ruim?! Pois é. Qualifico assim pessoas que só pensam em si. E ele é desses. Me disseram que eu tivesse fé, que até o dia 20 de dezembro tudo podia mudar. Fiquei mesmo apegada neste milagre achando que “correriam uma lista” para mim (onde eu trabalho é normal as pessoas se reunirem num rateio por diversos motivos, inclusive ajudar o próximo), afinal de contas o presente de natal do Gustavo estava em risco pra saldar uma dívida que era do trabalho. Ao que parece ajudar ao próximo é digno, desde que o próximo não seja eu. O milagre não veio. 

Entretanto, recebi com isso um segundo importante aprendizado: Foda-se! 

É isso mesmo. Foda-se! Pela Justiça eu estava em infração, afinal de contas estava em cima da sinalização de “mantenha livre o cruzamento”. E quando o tal motoqueiro me processar, terei que responder por isso. Entretanto, eu estava ali parada por conta do engarrafamento na minha mão de trânsito, quando ele me atropelou. Se ele fosse honesto, não me cobraria, tampouco me processaria (isso ainda não aconteceu e é um suspense que levarei para 2012, porém, conto como certo, já que ele resolveu fazer silêncio de um tempo pra cá). Mas ele me cobrou. Então, porque ser honesta com ele em detrimento do sofrimento do meu filho?! 

Resolvi não pegar nenhum empréstimo e dar a ele o presente de Natal / Aniversário que planejamos juntos durante 9 meses.  

E depois? E se vier o processo??? Que venha 2012 e suas emoções, ora.

Ainda estendendo-me nesta segunda lição de vida, entendi que para sobrevivermos sem tantas decepções é preciso ser um pouco mais dura. Listas para rateios de ajuda ao próximo? Bem, só se o motivo for muito nobre. Não vou mais colocar em risco meu orçamento doméstico por quem não me considera (e as minhas tragédias pessoais).

Um dia a gente amadurece. E, geralmente, isso vem pela dor, por isso, 2011 será relembrado como o ano que a Fernanda acordou.

Adeus ano velho.

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Não tem preço

Bola de Futebol: R$X,00 / Uniforme R$X+2. // Ver o primeiro gol do seu campeão… Não tem preço!

Pois é. Certas propagandas são memoráveis, mas não custa um reviver para os mais desligados.

Boas festas = comércio + cartões de crédito.

Eu me limito a ter um só. Até porque meu salário é um só, e é pouco. Tenho que me virar para caber nesse orçamento. Controlar minha compulsão tendo tanto “dinheiro de plástico” a mão seria como colocar um alcoólatra para morar num frigobar cheio de Brahma. Só por hoje, melhor evitar.

Já minha mãe, coitada, é vítima. Sendo pensionista é bombardeada por todo tipo de oferta. Tem sempre uma instituição financeira querendo disparar uma bandeira para ela (ou melhor dizer contra ela?). E, sim. Ela é menos resistente que eu, que já conheço a malícia do mundo financeiro (olha que contraditório). Sempre acaba não resistindo a tentação e “bebendo um gole” que logo vira um porre daqueles que causa ressaca moral nela e enxaqueca em mim, afinal de contas, sou eu quem depois fico com a dor de cabeça de negociar as dívidas…

E foi em um momento desses anticonsumista que conheci o site “Tarifas de Cartão”.

Trata-se de uma feliz iniciativa da Abecs, a associação das empresas do setor, que lista online as principais instituições financeiras, oferecendo informações sobre custos, encargos, formas de pagamento, cobranças de anuidade ou não… Uma mão na roda para o consumidor menos suicida, pois isso permite várias possibilidades de comparações.

No caso da minha mãe, fizemos escolhas sadias a partir das tarifas, mudamos as datas de vencimento na sequência, e muitos deles foram cancelados sumariamente e residem agora, espero, em alguma cooperativa de catadores para sua reciclagem bem longe de nós.

Já para mim, ficou claro o que já vinha sentindo há muitos meses na fatura: O Itaucard, único cartão que tenho, está extrapolando o direito de cobrar anuidade. Será substituído, se não toparem reduzir muito ou zerar essa taxa. Não façam essa cara. Isso não é mais um dos meus sonhos utópicos. Entrem no site e vocês vão entender: O mercado de cartões está em ebulição. Não duvido que fazendo um pouco de pressão e a negociação desse valor seja perfeitamente possível.

E se perceber que meu pedido não foi bem recebido, vou logo avisar que estarei consultando a concorrência e, provavelmente, estarei levando para lá seu nome, assim mesmo, na boa e velha linguagem telemarketês.

Agora com licença, vou ali ficar pendurada na linha aguardando o atendimento do banco. Paciência de maratonista é preciso.

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Enquanto isso em Acari

Salve-se quem puder!
Porque nesta época o momento é de reflexão

Após cinco dias de árduo trabalho, saiu à festa de final de ano. O objetivo do evento era a confraternização dos colaboradores: distribuição de brindes e quitutes como pretexto de um “muito obrigado”. Pensamos errado! Um cacho de bananas para cada um e a solução estava resolvida com muito menos cansaço.

Há quem tenha reparado ao menos no laço que ornava a mesa. Afinal, deram-se ao trabalho de saquear inclusive isso. Fica a dica que no Mercadão de Madureira, o mimo não custa mais de dois Reais.

No próximo ano, se ainda houver ânimo para isso, antes de uma recepção com música ambiente (foram gravados 5 CDs, mas não tocou mais de 5 faixas antes que toda comida fosse posta dentro dos gorrinhos natalinos e o evento desse por encerrado), a Direção Geral promete doar um curso de “como sobreviver a festa de final de ano”. Apenas para garantir que entre famintos e “vergonha alheia” salvem-se todos.

Dizem que quem não tem o coração forte, teve pesadelos a noite ( o/).

Eu teria votado na distribuição de Tender, mas diante de tamanha esganação, fiquei tomada do espírito do Natal (e olha que ele demorou a chegar), na certeza que essas pessoas que não teriam uma rabanada em casa para comer, agora podem abrir seus gorrinhos na Noite Feliz.

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Honra a quem se deve honra

Onde é que está meu anjo salvador? Eu questionei no post anterior. Essa resposta, mais uma vez é para você que adora se apoiar na Bíblia pra esperar que aconteça: dar honra a quem tem honra, a quem de direito (Romanos 13:7).

A honra desse post dedico a minha mãe.

Acidente de trânsito. Parcialidade de culpa. Falta de dinheiro… Manhêêê…

Lá foi ela, colocar sua pensão a disposição para conseguir o empréstimo. Eu não tenho dinheiro e não tenho crédito na praça porque dei honra a quem não deveria e hoje, meu problema não reside apenas em não poder presentear meu filho neste natal, mas em não conseguir saldar sozinha a outra dívida, antes que vire um processo na justiça. Não fosse ela a tragédia seria muito pior.

Com todos os defeitos e problemas de convivência é só com ela que posso contar.

Ainda me lembro que quando era pequena, no inverno ela me acordava com uma jarra de água quente para eu não escovar os dentes na água fria. E esse é o mesmo trato que eu tenho hoje. Manhêêêê… E o céu se abre. Com ela não é se Deus quiser porque Ele quer, e quer sempre o melhor, o justo, o rápido… Só por esse motivo ela merece todo meu respeito.

Claro que não foi a solução que traria paz ao meu coração. Empréstimo me trouxe prestações que extinguiu a possibilidade de realizar o sonho do meu filho. Mas foi a solução que tínhamos pra minimizar os acontecimentos e caminhar pra frente. A solução enquanto todos me davam condolências e entoavam seu mantra suspirado: “Ah, se eu pudesse”.

A verdade é que a gente só tem sabedoria com aquilo que ama. Para todo o resto braços cruzados e frases prontas.

E ainda me perguntam por que eu vivo, cuido e me doo tanto a minha família… Só debaixo das asas dela é meu abrigo.

A quem puder… Feliz Natal! Aproveite sua família (seja lá quem tenha sido sua família) apesar das circunstâncias. 

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Fazer o bem

Desculpem! A impossibilidade de solucionar o caso “pagamento da moto X presente do filho” está me deixando realmente amargurada. Se você não está a fim de ler, clica no alto da tela e fecha a página. Faça esse favor por nós, sobretudo os ultraotimistas que não comentam nunca por aqui, mas vão ser tomados de um súbito impulso de dizer:

“Fica calma. Você é boa e as coisas vão melhorar…”

Sabem de uma coisa? De todas as leituras que já fiz na Bíblia (esse livro idolatrado que vocês adoram esfregar na cara da gente, sem nem entende-lo ou praticá-lo) a passagem que mais me marcou foi Provérbios 3, que diz: “Não deixes de fazer bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo”.

Isso põe abaixo aquela tua frasesinha pronta “Se Deus quiser ele vai te abençoar”. Porque está na tua mão fazer o bem, meus caros. Do céu mesmo cai é muita chuva, granizo ou neve, quiçá. Benfeitorias é fruto do teu trabalho.

Na época de faculdade uma colega de classe estava passando por problema de desemprego, tinha um filho ainda pequeno pra sustentar e estava prestes a perder um período inteiro por falta de grana. Eu não dispunha do dinheiro que ela precisava. Mas não abri minha boca pra dizer “não posso fazer nada”. Até porque ela apenas me procurou pra chorar, não pra pedir nada. A grande maioria ali tinha problemas financeiros, estava fazendo esforço para ir em busca de um futuro melhor. Ela sabia disso.

O que eu pensei? Sozinha não posso pagar. Mas se cada professor, cada colega me der R$10,00, todos juntos poderemos mudar essa história. E assim eu fiz. Pedi por ela. Juntei tudo em um envelope e entreguei o dinheiro completo da dívida dela, no mês seguinte, quando haveria a renovação de matrícula e quando também, era aniversário dela.

Em outra ocasião, uma coleguinha de escola do meu filho, que nasceu com câncer, viu seus pais perderem o emprego e a família estava prestes a ser despejada por colecionarem 3 aluguéis em atraso. Embora muito sensibilizada, eu não tinha como ajudar aquela família, que era batalhadora e amorosa com sua filha que praticamente foi criada dentro do INCA. Eu não tinha, mas o site Vakinha, me mostrou muitos internautas que podiam. Fiz campanha pela rede. Gente estranha depositou R$50,00 naquela história que nem presenciaram, apenas confiando na minha palavra. No mês seguinte, pagamos juntos um aluguel; A vida deles não estava estabilizada, mas ao menos o despejo ainda não seria tão já. E não foi. O pai acabou conseguindo um novo emprego e a vida seguiu sem maiores tragédias.

No trabalho, um rapaz que é deficiente físico viu sua cadeira de rodas quebrada, ficou incapacitado de exercer sua profissão, porque não havia mais conserto para o aparelho. Eu não podia ajuda-lo. Mas começou a movimentação para fazer uma vaquinha. Tínhamos que arrecadar R$2,000 para dar a ele uma nova cadeira resistente. Um médico, que trabalha a frente de uma ONG viu a movimentação e disse: “Pode parar com a lista, eu vou dar a cadeira que ele precisa”. E assim o fez. O dinheiro já arrecadado entregamos ao rapaz para que ele guardasse porque esses aparelhos têm vida útil e ele, que não tem pernas, invariavelmente vai precisar de renovar o equipamento cedo ou tarde.

Sem contar outras histórias… A mais recente, foi entrar em uma enfermaria da maternidade e ver que uma mãe tinha um bebê enrolado no lençol. Ela não tinha nada para vestir o filho. Sai pedindo a todo mundo que conheço que tem bebê algumas coisas para doação e cheguei lá, no dia seguinte, com um enxoval completo para a criança. A mãe me abraçou e chorou como se fosse ela a criança.

Não espero da colega de faculdade, da família que ajudei ou do rapaz deficiente que tomem atitude parecida por mim neste momento difícil. Porque era minha obrigação fazer o bem. No entanto, se a gente colhe o que planta… Por onde anda o meu anjo salvador?

Tudo bem. Um computador de presente de natal a um filho pode ser supérfluo olhando de fora, pra mim é um sonho que não posso realizar a pessoa mais importante da minha vida. Cuidei de tanta gente e não posso cuidar do meu…

O meu carro estava a serviço da empresa no momento do acidente (pode gritar burra na minha cara), será que a alta direção não vê isso? Que não me repassem o valor integral, mas que ao menos garantissem o presente de natal do meu rebento… Seria o justo. E a revolta de saber que não vou recebe-lo me torna hoje um ser humano pior, arrependido de tantas vezes não ter encerrado os casos como todo mundo:

Deus vai te ajudar, fiquem calmos…

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Nada mole vida

Na última sexta-feira (dia 09/12) me envolvi num acidente de trânsito.

Sim, a babaca aqui colocou o seu carro a serviço da empresa e, como de praxe, se deu mal. Fui a uma reunião em um hospital na zona sul. Estava na Real Grandeza, o sinal estava verde, eu passei, mas fiquei engarrada logo à frente. Meu carro ficou com dois pneus sobre a faixa amarela de “não feche cruzamento”.

Beleza. Todo mundo faz isso. Até porque Lei de Trânsito aqui na frente é: esteja desde a habilitação provisória ciente de que se não ceder ao buzinaço pode acabar com uma bala no centro da testa ou sabe lá Deus o que se pode sofrer. Andei alguns poucos metros e fiquei lá… Parada pouco antes da esquina.

O sinal da rua transversal (Mena Barreto) abriu. Uns motoqueiros vieram disputando espaço, naquela loucura que quem dirige conhece bem. Um deles, não sei se derrapou ou se não me viu (estava chovendo), bateu no meu carro, voou longe…

PAUSA: Reparem a ilustração do Google. GERAL COMPLETAMENTE EM CIMA DA PORRA DA FAIXA AMARELA. Algum motoqueiro no chão?! Depois não querem que eu diga que tenho imã pro fracasso… Segue o post.

Susto. Perrengue de braite, delegacia… Cobrança do motoqueiro que, claro, não reconhece sua parcela de culpa e agora me cobra R$4.036.

Digo parcela de culpa, porque, assim… Eu me sinto parcialmente responsável, afinal de contas estava com um pedaço do meu carro sobre a faixa amarela, passado já do meu sinal, embora não o tenha avançado. O estabaco dele, sinceramente, foi imprudência dele.

Porém, não há testemunhas em nenhum dos lados. É minha palavra contra a dele. Tirei fotos do local, mas como eu disse, querendo ou não estava fora do meu lugar e aí, que… Legalmente, sim, posso ser responsabilizada; E pra não encarar os transtornos de uma guerra judicial, porque também não tenho dinheiro pra manter um advogado, estou me virando para saldar ao menos 50% do orçamento do motoqueiro (fora o meu prejuízo que também já arquei sozinha).

PAUSA 2: Eu apenas no início da faixa amarela e A PORRA DA MOTO SURGIDA DO NADA EMBAIXO DO MEU CARRO. ÓDIO!

Vamos a Conclusão?

Não posso pagar prestação de empréstimo pra saldar a dívida do trânsito e ainda comprar o presente do Gustavo. Duas prestações altas quando pagar apenas uma era em si um sacrifício gigante.

Noite feliz pra quem?!

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Teatro: Lente de Aumento

Leandro Hassum, um microfone e um convidado que continua  o deboche do cotidiano lançando três ou quatro piadas com ar de causo. Para quem assistiu ao “Nós na Fita” pode ir tranquilo que o gordinho aguenta sozinho o tranco (desculpem, foi inevitável o trocadilho).

Diverte.  O ator tem o dom do humor. Divertiria mais se o Youtube já não tivesse jogado metade do espetáculo na boca do povo. Sabe aquela coisa da “faca de dois gumes”?! É bem isso. Eu aprendi a me maquiar e me pentear melhor pelo site, mas gravar clandestinamente os espetáculos e jogar na rede é criminoso.

Vamos combinar? Quando for ao teatro e gostar muito, rir muito… Convide, indique aos amigos, mas não filmem tudo e publiquem. Aposto que muita gente desanima de ir só porque já viu tudo na rede. Eu mesma só fui porque me convidaram, se é que me entendem.

Não que Leandro não valha cada centavo do ingresso. E vale. De modo genial ele escolhe as “vítimas” na plateia e faz limonada dos limões que o Youtube lhe oferece.  E deixa claro: “Olha gente, isso não está ensaiado, eu não contratei ninguém”. Sim, é pura magia do riso. O estoque do humorista parece inesgotável.

Parabéns! Fosse pelos internautas, o teatro que já é dificílimo de decolar e se manter em céu de brigadeiro, iria de vez a banca rota.

A peça só tem mais um final de semana. Depois tem férias.

Se forem, peçam a Deus antes que a plateia esteja recheada de figuraças como foi o caso do sábado em que eu fui, porque ai dá até pra esquecer as piadas repetidas da rede. Eu garanto.

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