De moda a Economia

Já falei por aqui (Ou será que foi no Mulheres?!) que andava devorando blogs de moda. Isso porque quando comecei a trabalhar no hospital, precisava de uma aparência mais refinada, coisa quase impossível de se encontrar no meu armário de ex-jornalista do rádio e, pobretona de plantão. Era realmente urgente que eu começasse a entender o que misturar, quais peças básicas poderiam dar up do look e assim por diante.

De uns tempos para cá, no entanto, o que  eu quis mesmo foi tentar mudar a condição restrita da minha carteira de dinheiro. É preciso que comece a “nascer” algum trocado no meu bolso. Não aguento mais ficar babando no perfil dos meus amigos nas Redes Sociais que podem se dar ao luxo de viajar pelo país ou para o exterior e tudo continuar sadio em suas vidas financeiras.

Não é inveja, não. Ao que pode parecer. É apenas fazer justiça a quem trabalha desde que sua vida adulta começou sem férias, sem extravagâncias, sem boas roupas a vestir.

E nessa onda comecei a visitar gente que falava de Economia. Precisava entender porque tanta gente tem e eu não… E numa dessas descubro que nossa Dilmaquinista está querendo abocanhar a aplicação mais popular do Brasil (assim como fez a Zélia Cardoso de Melo no passado): A caderneta de poupança.

A equipe econômica não quer discutir alterações nos custos dos fundos de investimentos, que fazem parte do mercado de títulos públicos. Prefere, assim, inventar tributações inéditas nos mais de 50 anos da boa e velha caderneta.

É isso que está em discussão no momento: como reduzir ainda mais a taxa básica de juros sem reduzir ainda mais os ganhos dos fundos, principalmente em relação à poupança?

A Matemática não fecha!

Essa mesma equipe poderia propor aos bancos a queda de taxas de administração e cortar impostos financeiros, mas ela prefere tirar dinheiro dos pequenos poupadores, que como sempre, não estão de olho nesse golpe, não esperam por ele e, duvido muito que vão pintar os rostinhos para pedir Impeachment (Se não há sequer disposição para um panelaço…)

E agora, José?! Acho que tão cedo não vou a Noronha… Férias, como te quero!!!!

1 comentário

Arquivado em Política interna

Uma resposta para “De moda a Economia

  1. Mais notícia ruim não, pelamoooorrrr…

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