Arquivo do mês: abril 2012

Sábado com Alegria

Eu ia fazer uma comparação entre os circos de antigamente que maltratavam animais em detrimento da diversão do respeitável público – Se é que pode-se respeitar um público que vibra com feras treinadas que deveriam continuar feras na natureza- e os novos espetáculos muito melhor elaborados com a força e disciplina humana. Mas resolvi apenas compartilhar o vídeo incrível do Cirque du Soleil. Ele fala por si. Clica aí e bom final de semana, amigos!

 

2 Comentários

Arquivado em Entretenimento

Admita que você vê novela

Certa vez me criticaram duramente por eu assistir novelas, me envolver com elas e comentá-las até nas redes sociais. Sim, porque uma jornalista tem que ser chata ou  só entender e se envolver com entretenimento superior.

Leitores, se vocês acham isso, desculpem! Eu sou do povo! E o que aprendi nos anos de faculdade é que devemos ser híbridos, entender e acompanhar as massas. E no caso das novelas, nem é um esforço tão grande assim! Desde pequena é um prazer deitar no colo de mamãe e ficar ali, sonhando com aquela realidade doce do Projac. Questão de cultura familiar mesmo.

E, definitivamente, não é só na minha casa o hábito. Bastou Tufão (personagem de Murilo Benício, em Av. Brasil) se encantar pelos livros clássicos emprestados por Nina (Débora Falabela) para Madame Bovary e Metamorfose tomarem posição de destaque nas redes sociais.

Sim, senhores. Chuvas de comentários e trocas de experiência. Sinal de que gente como eu, que lê, também gosta da catarse de se jogar no sofá e curtir uma boa (ou nem tanto) novela.

Por outro lado, podemos entender essa dinâmica como um modo de despertar em quem nunca leu a vontade de conhecer o assunto ou simplesmente, transmitir a essas pessoas um pouco de cultura geral, bem ao estilo “Integrado” de Umberto Eco, teórico da Comunicação:

‘Para o integrado,não existe o problema de essa cultura sair de baixo ou vir confeccionada de  cima para consumidore sindefesos.Mesmo porque, se os apocalípticos sobrevivem confeccionando teorias sôbre a decadência, os integrados raramente teorizam e, assim, mais fàcilmente, operam, produzem, emitem as suas mensagens cotidianamente em todos os níveis.”

No capítulo de ontem (quarta-feira – 25), por exemplo, o marido de Carminha (Adriana Esteves) estava na cama lendo “Madame Bovary”, romance escrito por Gustave Flaubert, em 1857. E o personagem comenta o livro de uma maneira muito própria, mostrando o que entende da história como mostram os diálogos da cena:

Carminha: Tá lendo o quê?
Tufão: Tô lendo um livro que a Nina me emprestou, Madame de Bova… Bovary.
Carminha: Qual é a dessa madame aí?
Tufão: Essa é louca. Sabe que ela trai o marido, mas não gosta do amante? Vai entender, né.
Carminha: Coisa de intelectual. mas você não precisa ler livro nenhum, não, para ter um belo romance, tá?


E eu duvido que na próxima roda de amigos que leem o sujeito que assiste novela não vai lembrar da cena e entrar no assunto.Depois só eu assisto novelas…

#FicaDica: Esta questão de leitura do Tufão que  faz os títulos pararem nos Trend Topics X Apocalipticos e Integrados é um excelente tema de monografia pra quem está concluindo o curso de Comunicação Social, sem saber o que defender. 

1 comentário

Arquivado em Entretenimento

Rede (anti)Social

Vejam a imagem que segue:

a. (   ) Eu consigo entender que a Fernanda só quis brincar com a situação. Fato entendido por azul e marrom.

b. (   ) Fernanda não deveria interagir na citação porque o post não era para ela e isso estragou toda poesia.

c. (   ) O post que é aberto está sujeito a qualquer influência externa, por isso, mesmo entendendo a poesia do momento todas as pessoas têm o livre direito de interferir do modo que desejar.

d. (   ) O Vermelho deveria ter ido chupar um canavial de rola para não humilhar quem não conhece pela internet.

Até onde vai sua interação?!

É fato que eu preciso mesmo beber cazamigas, espairecer a mente, trocar ideias, mudar os ares. Mas não acho que a conversa que seguiu ontem tenha qualquer ponta de recentimento quanto a esta realidade ou tenha sido desrespeitosa com o momento sublime das tais formandas. O Facebook permite que você personalize o nível de acesso a quem irá ler ou ver suas mensagens. Ora, se não quer troca ou interferências personalize sua publicação. O que não dá é para ser agressivo com quem manifesta opinião contrária ou interage contigo. O que, sim, me fez definitivamente marcar a opção “D” do questionário. E você?!

6 Comentários

Arquivado em Tecnologia

Suas ideias não correspondem aos fatos

Aquele cara, o Cazuza, era um gênio letrista, vamos combinar?!  Esse título é um trecho do hit “ O tempo não para”. Aliás, no Brasil, não para o tempo tampouco a enganação. Dia após dia o governo arranja um boi de piranhas para jogar na arena e, assim, levantar cortina de fumaça pra tudo aquilo que ele não faz.

O grande vilão agora chama-se sacolinhas plásticas. É tanta medida pra saber se permite ou abole de vez as sacolas no mercado, que, por via das dúvidas estou deixando uma caixa de papelão no carro, caso um dia eu chegue por lá e tenha que carregar todos os produtos na mão.

Eu só queria perguntar uma coisa: Qual é a embalagem do açúcar? Onde vem o sal? E a farinha de trigo? A  de mandioca e o fubá?! A embalagem do feijão e do arroz é de que mesmo? Todos embalados em sacos plásticos. E ninguém foi lá na indústria falar que isso precisa mudar urgente antes que o planeta se acabe.

Pra quem aplaude isso tudo uma informação:  As tais sacolas retornáveis se não limpá-las, adequadamente, lavando com água e sabão, bactérias e fungos crescem dentro delas. Além disso, o correto seria usar uma sacola para carnes, outra para vegetais e outra para produtos de limpeza. E atenção:  Sacolas retornáveis não podem ser feitas de produto muito resistente, com muitas tramas. Porque as bactérias se entranham nos tecidos mais fortes com mais facilidade e acabam contaminando o alimento que sua família vai consumir.  Dica de quem trabalha diretamente com infectologistas.

Acredite ou não quando você pega a sacola do mercado e faz dela  saco de lixo ou para catar a caca do seu cachorro na rua, isso já é uma atitude verde. Sim. O meio ambiente precisa de  erres: reciclar reutilizar reduzir e repensar.

Usar sacolas para livrar-se do lixo é uma reutilização. Ou não. Claro que é conveniente que você reduza o seu uso. Se você não vai pegar ônibus depois do mercado, pode colocar mais produtos dentro de uma e não duas sacolinhas. Também pode separar suas compras de modo a usá-las em menor quantidade. Ou, que seja, use as sacolas recicláveis para colocar os produtos de limpeza… Mas saiba escolher o produto.

Mas, senhores governantes, ao invés de pensarem até quando as sacolas plásticas não darão multa, comecem a pensar na coleta seletiva que o Japão, por exemplo, já faz desde que sou garotinha. Ensinem a separar o lixo e não varre-lo pra baixo do tapete como fazem por aqui há mais de 500 anos.

2 Comentários

Arquivado em Política interna

Da série: A gente ganha pouco mas se diverte

Então a enfermeira grita na porta da triagem:
– Senhor Waldisnei…
Ninguém responde.
Pega o microfone.
– Senhor Waldinei para a Clínica Médica
Ninguém responde. Mais uma chamada…
Na ponta contrária do ambulatório, bem ao longe, levanta uma senhorinha e grita:
– Minha filha, não seria senhora Walt Disney, não?!
Olha a ficha: “Waldisney”. Engole em seco…
– É… Pode ser, minha senhora.

Vão dizer que, as vezes, não é divertido?!

Deixe um comentário

Arquivado em Cotidiano

A minha Comunidade

Essa palavra “comunidade”virou bandeira do politicamente correto, não é?! Basta pronunciá-la e todos os olhares já voltam para a favela, lugares mais carentes. A questão é que todo mundo vive em comunidade, ou não?! Viver em comum, compartilhar do mesmo espaço é estar em comunidade e essa rotina é um desafio diário.

Não importa se num conjunto habitacional ou num prédio de um apartamento por andar. Se o maldito vizinho cisma de ouvir som alto  incomoda a gente de assistir TV. Tanto faz se ele ouve Funk, MPB ou pagode. Tanto faz se isso acontece aqui na Vila da Penha ou no Recreio. Cara, eu tenho direito a ver a minha novela na paz! O que importa é a falta de respeito ao direito do outro de ir e vir.

Se no trabalho a galera é abusada, não importa se estamos em Acari ou no prédio da BR, no Centro da Cidade. O grau de abuso será o mesmo. Mas confesso, que na minha comunidade o caso está bem grave:

É normal, quando alguém do departamento faz aniversário, o pessoal ratear um kit festa: bolo, salgadinhos, refrigerantes… A gente finge que é surpresa e o aniversariante finge que foi surpreendido. Essa já era uma rotina que encontrei por aqui, mas quando cheguei, havia outras pessoas engajadas em fazerem acontecer. Depois de mim, inventaram o “estou super atolada de serviço” para deixarem absolutamente tudo nas minhas costas:

Verificar a agenda de aniversário, fazer a lista de convidados, escolher o kit festa, recolher o dinheiro, ir comprar, ir buscar, montar a festa, chamar o pessoal pra se esconder, fotografar, partir o bolo, desmontar tudo e limpar o setor onde o evento foi promovido. Todo mundo sempre muito ocupado.

Ontem dei o grito de liberdade!

Eu também estou muito ocupada. Quando eu não fazia sozinha, cada um dava um pouquinho do seu tempo. Agora, só o meu tempo é ocupado e, o que é pior, no dia do meu aniversário, não se prestaram sequer a me dar um abraço. E não me venha com a desculpa que eu era nova, porque já nesta época, todo mundo tinha meu Facebook. Cruzei os braços.

Todo mundo fala que eu reclamo de mais, que eu tenho pavio curto, mas foram onze meses vestindo a túnica de monge budista, acumulando trabalho em virtude dos intermináveis aniversariantes dos setores, sempre explicando o óbvio (fazer tudo sozinha era extremamente cansativo e complicado) com paciência franciscana.

No início do mês passei o calendário dos aniversariantes para ver se dava para entender que era preciso alguma organização para colaborarem comigo e com o colega aniversariante. Torci muito para a lógica prevalecer e a gente aprender a viver em comunidade! Resultado: Para livra a sua pele, por vezes, é melhor tirar uma lavadeira de dentro de você que faz barraco e diz não.

O incômodo é o mesmo seja em que comunidade for.

Deixe um comentário

Arquivado em Cotidiano

Bom para todos (?)

Já repararam no novo anúncio do Banco do Brasil?!

Pois é. A semana começou assim: Os bancos muito preocupados com o que é bom para os correntistas. A Caixa, embora ainda não tenha feito um videozinho humano também derrubou a tiros de canhão sua taxa de juros (coisa que, se não me engano, chega até 80 por cento). No rabicho da fileira veio o HSBC sendo o primeiro e único do setor privado a reduzir algumas taxas, em torno de 50 por cento.

Isso mostra que o governo estava certo ao imaginar uma queda de braço acirrada entre os bancos públicos e particulares quando plantou na imprensa um inimigo público perfeito: Os spreads bancários. Você sabe o que é?! Pois é. Nem você e nem ninguém  entende… Ninguém sabe exatamente o que é, exceto claro, os colunistas de Economia (amigos, amo vocês)

Então, anotem ai: Os “spreads papão” é a diferença entre o custo do dinheiro para os bancos e o custo do dinheiro para os clientes. A diferença, claro, é enorme a favor dos bancos; e, portanto, desleal com os clientes. Por isso, num lance ousado ou desesperado, o governo convenceu os bancos estatais a empurrarem seus juros ladeira abaixo.

As perguntas que não querem calar são: Até quando o BB e a Caixa vão suportar condições de crédito tão baratas?! Até quanto o governo, controlador dos bancos oficiais, está disposto a pagar por essa estratégia tão arriscada?!

É verdade que a ousadia pode nivelar por baixo os juros de todo o sistema bancário, o que seria muito bom para todo mundo.

Mas quantos de nós vivemos de crédito de financiamento?! Faz-se um na vida outro na morte, para comprar a casa própria que dura 15 anos para pagar? Um carro, talvez, que você fica 5 anos pagando… Se quisesse beneficiar pra valer os clientes, o governo reduziria também as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras.

O IOF, sim, é um fantasma permanente no nosso bolso porque incide sobre quase tudo o que se move dentro dos bancos ou entre os bancos. O governo não faz isso porque colocaram fermento IOF, em 2008, depois que o Congresso acabou com a CPMF. Essa tetinha ai não pode secar.

Em resumo, nisso tudo, a única coisa que é bonita mesmo neste anúncio é a beleza estonteante de Gianechinni, mesmo após ter sofrido todo aquele revés na vida.

3 Comentários

Arquivado em Política interna

Na Tela da TV

E já que o “Esquenta” tem mesmo que ser divido em temporadas acabei elegendo o meu novo queridinho, na TV Globo: Louco por elas.

Eduardo Moscovis, acostumado a viver galãs românticos (como o Rafael, de Alma Gêmea, 2005) e machões malvados (o Naldo, de Senhora do Destino, 2004), surpreendeu com a fragilidade e doçura que emprestou para Léo. Muito provavelmente porque o texto é uma preciosidade, que a cada semana consegue a façanha de fazer rir sem precisar apelar para o pastelão. E isso é bastante raro, ultimamente… Aliás, ele mexe com a sensibilidade mostrando laços indissolúveis de família, seja de que maneira ela se apresente. Vamos combinar? O modelo papai, mamãe filhinhos, não faz muito mais parte do nosso cenário real há muito tempo.

Durante as chamadas que antecediam a estreia, eu que tenho a mente suja, achei que tratava-se de um sujeito galinha, um solteirão que ia tratar as mulheres como objetos e fazer aquelas piadinhas infames e batidas sobre a histeria feminina, ou coisas do tipo. Que nada! Léo é o grande banana, que baba pelas mulheres da sua vida. Cada um com seu amor diferente: pai, apaixonado, neto…

Para quem ainda não teve o prazer de assistir, trata-se de  um quarentão separado que mora com a vovó matusquela (vivida por Glória Menezes, que já vem experimentando esse modelo nos palcos, com sucesso, na pele de Maude, na peça Ensina-me a Viver), a filha pequena, mas intelectualmente precoce, e a enteada adolescente e debochada,  que Léo herdou do primeiro relacionamento de sua ex-esposa, que nunca conseguiu se desligar totalmente dessa família.

Complicado, né?! Mas a fórmula deu muito certo e o legado que esse clã muito doido deixou, entre alguns conflitos é claro, foi um profundo e sincero amor que tem sido um prazer acompanhar as terças-feiras na telinha.

Falando em Ensina-me a Viver, a série também é do João Falcão, talvez por isso esbanje graciosidade. Em um dos episódios a parceria vivida no palco por Glória e Arlindo Lopes foi rapidamente revivida, quando a vovó espertinha fugiu de Léo e entrou em uma discoteca. Ela e o jovem desconhecido dançaram abraçadinhos uma música eletrônica e, na sequencia, a cena mostrava apenas o que ela sentia dentro de sua cabeça. Sensível, poético e herdeiro de uma linda parceria iniciada nos palcos do teatro.

Parabéns João Falcão que acerta de novo! Parabéns Rede Globo que está firmando boas parcerias para trazer programas de fino trato a seus telespectadores. Quem continua acompanhando Louco por elas comigo diga eu!

Deixe um comentário

Arquivado em Entretenimento

Assim caminha a humanidade

E já que o clima é de renascimento…

Há cinco anos eu era apenas uma estudante de Comunicação, que sonhava fazer algo com meu diploma que não fosse pendurar na parede. Eu era uma estagiária de rádio cheia de promissores elogios. Chegar a TV, quem sabe?! Assim, a convite, só pelo meu destaque e belos olhos.

Há cinco anos meu pai era vivo e dizia “calma mocinha, a vida tem que ser no jeitinho”. Eu planejava minha monografia sobre o Twitter e o professor aceitava com muito custo a minha teoria de que a ferramenta não era apenas uma rede social esquisita, sem chance de ultrapassar o Orkut em acessos. Aliás, há 5 anos ninguém passa um dia sequer sem acessar o Orkut. O que me faz lembrar: Meu Deus, ainda tenho um!

Felipe Neto, Restart, ações de publicidade no Youtube. Quem poderia prever? Na faculdade, já se falava de jornalistas terem blogs sérios, mas ainda levaria um tempo. Melhor você usar isso apenas como um modo de fazer seu portifólio. Bem, há mais de cinco anos eu fui encarar a faculdade de jornalismo, porque meu primeiro blog, caricaturizando casos do cotidiano já havia dado certo, mas isso era um submundo, todos os alunos queriam mesmo era a bancada do Jornal Nacional. É. Eu também sonhei com isso.

Há cinco anos eu sonhava muito mais.

Naquele tempo eu tinha um namorado que seria pra sempre. Um namorado meio carioca, meio paulista, nascido no Pará… Sim. O Brasil já era grande e cabia todinho na terra da Garoa. Há cinco anos eu tinha um filhinho de 7 anos para lembrar de escovar os dentes antes de deitar… Certas coisas não mudam mesmo. Quisera que os filhos acompanhassem toda tecnologia. Quisera que o amor fosse como os filhos e durassem pra sempre.

Há cinco anos todo mundo queria um celular pequenininho, pra ficar bem longe daqueles tijolões de outrora. Agora, todo mundo quer um telefone gigante chamado tablet. Faz lembrar o tablete de manteiga, só que é bem maior. Não cabe na bolsa. Muito maior que os tijolões que há cinco anos eram uma vergonha…

Como a vida muda em cinco anos. Como os valores mudam.

O que será de mim em cinco anos?! Sim, porque a sexta-feira é santa, já eu…

2 Comentários

Arquivado em Tecnologia

Todas. Menos eu.

Sempre vejo posts e sites apontando os itens básicos no armário de toda mulher, aqueles que são a base para brincarmos com os looks e penso que não sou mais uma estagiária de rádio que pode ficar andando por ai de All Star ( Posso apostar que a Ma agora vibrou do outro lado).

Faz um tempinho que assumi certas responsabilidades na vida que não daria mais para assumir a calça jeans. E, sim, eu faço muito isso. Afinal de contas, quando penso em dar um levante no meu armário, o meu filho já cresceu e precisa de novo de roupas… Meus sonhos de consumo ficam eternamente me namorando das vitrines do shopping.

Pior quando acho o item básico dos meus sonhos mas ele custa caro demais para os meus padrões. Ai mesmo que fica “pra sempre pra depois”.

Aprendi por ai que regatas brancas de seda, camisas sem mangas de algodão são uma base excelente para saias de diversos modelos, além de irem bem com blaser e cardigan. É, garotas, o inverno está chegando por ai a qualquer momento. Sei que vou me perguntar muitas vezes “e agora? Com que roupa que eu vou?”

Vocês já devem ter reparado que muitas vezes uma sapatilha preta ou um sapato nude fez falta. Eu até queria andar mais de sapato alto, mas com o trabalho que levo: Chego crente que será um dia tranquilo e, de repente, me vejo  no inferno do Mercadão de Madureira comprando ovos de páscoa de última hora, posso e quero trocar meu All Star, mas não pode ser por um arranha céu. Perigs até ser assaltada com um visual desses no meio do mercado popular. Não é preconceito, não. É Rio de Janeiro. Essa Selva Maravilhosa.

Ainda assim, acho que um nude alto anda em falta na minha sapateira…Um nude com brilhos ou scarpin básico não tão básico pode dar um tchan em certas ocasiões.

Estou me sentindo super defasada. Hahaha Reclamações que vocês a-do-rammmm. Não podia faltar!!!

Preciso investir mais em mim mesma.

Chefe, pelo amor de Deus eu preciso de um aumento. Aliás, Deus, acende a lamparina do juízo do meu chefe: Eu te ajudo, você me ajuda.

2 Comentários

Arquivado em Cotidiano