Arquivo do mês: maio 2012

Fazendo Arte: Mais uma de Boteco

Esse negócio de festa de boteco está mesmo na moda, né, não?!

Depois da festa surpresa de 51 anos, mais um cinquentão encomendou sua “parede” que dá ar de botequim a comemoração.

O banner terá 2,5mX1,00m. Acabamento em ilhós para melhor fixação no espaço.

E, ai?! O que acham?!

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MIB³: O que eu vi

Quando estávamos a caminho do cinema, nos perguntamos: vimos os dois últimos Homens de Preto?! A resposta foi afirmativa. Havia essa certeza, mas quando começamos a relembrar as sinopses, chegamos a conclusão de que só nos lembrávamos do primeiro filme. O segundo longa da trilogia foi completamente apagada da lembrança.

Ooooh… Teríamos sido vítima do Neuralizador na saída do cinema?!

Pode ser? Pode não ser? O que eu sei é que filme bom a gente não esquece, então… Vamos seguir adiante com a programação.

Tudo começa quando Boris, o Animal (Jemaine Clement) consegue escapar da prisão na lua e sai atrás do agente K (Tommy Lee Jones), que o deteve nos anos 60. Mas seu plano era bem mais ousado do que vingar os anos que passou na prisão: Ele decide voltar no tempo,  matar seu algoz (riscando ele de vez do mapa do presente) e ainda impedir que toda a sua raça seja extinta. Ao obter êxito na sua missão, um novo presente realmente é escrito, ninguém mais lembras dos incríveis feitos de K  e  a Terra ainda sofre uma invasão alienígena. Cabe então a J (Will Smith) voltar também no tempo e colocar tudo de volta no lugar.

Pausa aqui, garotada: Para voltar o tempo, J precisa se jogar do alto de um prédio e esta cena em 3D, dá pra “aaarrhg” de medo na cadeira. É muito legal! Solta pausa. Juro não contar mais nenhum segredinho do filme.

A trama toda não tem muito mistério. Voltar no tempo é uma brincadeira antiga em Hollywood e, assim como em “De volta para o Futuro”, se o passado for alterado pessoas desaparecem da memória, realidades são alteradas, etc. Mas, em MIB³ vale destacar que a ambientação no passado é impecável, principalmente o K jovem interpretado por Josh Brolin. É de cair o queixo a interpretação. O ator conseguiu pegar a entonação e os trejeitos do velho Tommy Lee Jones e recriá-las à perfeição. Só que um pouquinho mais simpático, afinal, o que torna K azedo ainda não havia acontecido. Mas acontecerá! E será muito emocionante. Se bem que, tem gente por ai torcendo o nariz para o sentimentalismo do desfecho.

Eu sou romântica inveterada amei a idéia! E indico o filme que dá nojinho, dá gargalhadas e dá um suspirinho “fofo”, porque ninguém é de ferro. E no final dará para constatar que o filme 2 foi esquecível, mas este, certamente não será e não tem nada a ver com uso de neuralizador. Simplesmente os Homens de Preto voltaram a boa forma do primeiro longa.

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Itaú. Feito para contranger.

Meu cartão foi reativado no dia 23/05, dois dias antes da data agendada e com a anuidade antes negociada (dizem). Ainda assim, o aborrecimento e o constrangimento por um erro ridículo de uma atendente mal treinada ainda não me desceu… Fosse a primeira vez, mas nem…

Episódio 1:

Recebo minha fatura do Itaucard com as novas cobranças de anuidade e percebo, que junto com meu adicional pagaria R$104,00 só para ter um “dinheiro de plástico”. Consulto os amigos nas redes sociais que cartão não teria anuidade. Na sequência, o pessoal de mídias digitais do Itaú entra em contato comigo oferecendo um bom desconto nas anuidades. Aceito a oferta.

Chego em casa contando para minha mãe o ocorrido e ela diz que eu posso cancelar o tal adicional. De toda forma, por mais barato que fosse, pagar uma anuidade de um cartão não utilizado é besteira. Além do que, ela como correntista em dois bancos tem os créditos próprios, não precisaria do Itaucard sequer em emergência.

Episódio 2:

Alguns dias depois de aceito o desconto da anuidade, entro em contato com a Central de Atendimento 3003-3030 e solicito o cancelamento do adicional.

Me oferecem nova proposta de desconto na anuidade do adicional. Resolvo não aceitar.

– Cancela então o adicional?
– Sim.
– A senhora confirma o cancelamento?
– Sim.

QUANDO PODERIA IMAGINAR A MÁ FÉ DA INSTITUIÇÃO?! Eu fui muito clara em pedir o fim do adicional. A atendente me ofereceu novo desconto apenas para este cartão. Em momento nenhum falamos sobre o cartão principal.

Episódio 3:

No sábado que antecede o dia das mães vou até uma loja comprar o presente da minha mãe. Escolho uma calça jeans (um dos itens da lista de presentes que ela sugeriu). Na hora de passar o cartão, várias tentativas “não autorizadas”.

Acredito que seja pelo volume de vendas no cartão naquela data. Acabo pagando no débito. E mesmo contrariada, vou para casa sem atentar para o perigo que me aguardava.

Episódio 4:

Chega a fatura do mês. Percebo que houve um estorno da anuidade. Realmente o valor veio bem abaixo. Faço o pagamento religiosamente no dia 18.  Nem desconfio do perigo.

Episódio 5:

Vou ao dentista no sábado. Realizo o procedimento. Na hora de pagar: cartão não autorizado. A sala de espera cheia, o próprio dentista em pé na porta esperando a secretária. Assim como na loja, faço algumas tentativas sem sucesso. Novo constrangimento. Quer dizer, esse ainda pior, porque não teria em débito o valor a saldar.

Resolvo ligar para a Central.

– Seu cartão foi bloqueado Sra. Anote o número do protocolo. No dia 25/05 entre em contato de novo para ver se o banco acatou a solicitação de suspensão do cancelamento do cartão.

Agora me expliquem:  PRA FAZER A CAGA É ONLINE. PARA DESFAZER PRECISAM DE CINCO DIAS ÚTEIS?!

Eu tenho que pagar pela falta de atenção ou falta de preparo com o sistema de uma atendente? Ou isso é má fé mesmo que o banco ensina a praticarem com o cliente?!

Se puderem, NUNCA façam contratos com o ITAÚ. A instituição é feita para aborrecer você.

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Passagem para o carro novo

Feirões, ofertões, promoções… Este é um bom fim de semana para quem pode comprar ou trocar de carro. #ficadica

O cenário muito favorável se deve ao começo da guerra dos juros em abril. Lembram disso? Começou aqui.

Só que banqueiro não é bobo, minha gente. Baixaram as taxas, coisa mais linda de Deus, mas em contrapartida decidiram segurar o crédito. Claro. Com juros menores o povo não pensa, parte pra se endividar com tudo e não dá pra permitir o avanço dos calotes. Sem contar que quando a esmola é muita o santo desconfia. E era melhor segurar para ver até onde iriam as reduções das taxas.

Se brasileiro não vive sem um carnê (até seria bom, mas com o salário de fome que a gente ganha nem sempre dá para juntar o dinheirinho e pagar a vista) e os bancos seguraram os financiamentos para estudar o novo cenário, as vendas tiveram um freio de arrumação e agora as concessionárias estão precisando esvaziar os pátios.

Já são 370 mil os veículos novos à espera dos compradores e  lojas muito loucas para baterem metas e lucrarem com essa “nova ordem presidencial”.

O ideal é que se possa oferecer a maior entrada possível, com o menor prazo, a fim de conseguir prestações mais curtas e mais leves. Vamos lembrar aqui que os veículos precisam mais tarde de: manutenção, IPVA, seguro… Este último então, é indispensável e vai direto na sua jugular. Eu, por exemplo, não consigo pagar seguro e prestação. Sou uma louca que já perdi um carro que tinha apenas um segredo e investi de novo, de maneira ousada na mesma fórmula. Garanto que é de tirar o sono! Prestações menores, sossego maior: façam o que digo e não o que faço. 😉

O bairro ou a localização da concessionária  é, sim, fator de preço menor. Então, visitem a Intendente Magalhães, com aquelas lojas de automóveis uma ao lado da outra (lei de oferta e procura é digno) . Não fechem negócio na primeira, deixem o vendedor te carregar no colo até que encontre a melhor condição e, só depois, vá comemorar na Barra.

Não tenha vergonha de fazer seu dinheirinho suado render. Valorize o momento. Essa é a dica para o final de semana 🙂

Depois passa aqui e apresente-se como o motorista da rodada. A casa agradece. \o/

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Fazendo Arte

Então, era uma festa surpresa e eu fiz alguns rabiscos rápidos para personalizar o evento.

Ficou simpático. O que acham?!

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Manhêêê…

E hoje, eu só vou ficar FÊ da Vida com quem não der muito beijinho na mamãe =)

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Melancolia de Sexta

Quando eu era mais jovenzinha gostava da sexta-feira. Saía da escola às 17h50. Geralmente o namoradinho já estava esperando na esquina. Era o único dia da semana, que já era final de semana, que meus pais me autorizavam a namorar. Eu que nunca enxerguei bem, desde nascença, já o podia sentir ao longe, mesmo antes do vulto de sua silhueta se completar em corpo de verdade. Era como enxergar com o coração.

Mas não era esse o único amor da juventude.

Havia ainda o jogo da verdade, Adedanha ou War que rolava até tarde na casa do meu grande amigo que morava em frente (já não mora nem é amigo). Eram as combinações da matinê de domingo. Sim, naquele tempo “fedelho” não curtia night, não. Era Matinê. Que começava cedo com hora de terminar antes da meia noite. No meu caso, filha caçula de mãe crente e pai policial, a tal combinação assumia ares de Missão Impossível: como convencer meus pais a me deixarem ir era sempre o que demandava mais tempo. Aliás, como eu nunca tive vocação pra santa, também combinávamos, no caso deles não deixarem por vias sinceras, que mentirinha pregar para poder me esbaldar. =P

Com a sainha de pregas da Escola Municipal os fins de semana não prometiam. Eles cumpriam. Eles eram. Não tinha solidão, não tinha depressão.

Mesmo quando estava de castigo (pensam o que? As mentirinhas da matinê anterior, as vezes eram descobertas, sim), o meu amigo da casa da frente, fazia códigos morse na lâmpada da frente, para “bater papo” ou se solidarizar. Tínhamos uma cartilha de codificação, xerocada do rádio amador do meu pai.  Google, pra que?!

Outras vezes, colocavam o som alto, com uma música que eu gostava e, da minha janela do quarto, dançávamos no mesmo hit. Ao lado da minha casa, o terreno baldio ainda não era murado… Os meninos desbravavam a montanha de lixo para jogar Adedanha sem papel.

Naquele tempo eu tocava piano, fazia cena em teatros mambembe e de da escola, ensaiava os primeiros passos de dança de salão com o pai de uma amiga que nos levava aos bailes da terceira idade e até isso era motivo de festa. Tantos eventos, tantas festas de debutantes, tantas possibilidades. E era na Sexta-feira, que  nos entregavam o mundo pela frente… Ainda havia mais dois dias inteirinhos para ser exclusivamente feliz.

Hoje… Viva a internet! Dão a impressão de que os amigos não se foram… Mas sexta-feira agora é melancolia apenas. É uma depressão pior do que a musiquinha do início do Fantástico no domingo. É saber que serão 2 dias onde vou ver o mundo sozinha, apenas de uma janela. De um Windows. E poderia ser pior… No tempo da minha mãe nem isso havia. Talvez a solidão não fosse ser tão ausente! Será que os únicos culpados somos nós?! Sou eu.

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