MIB³: O que eu vi

Quando estávamos a caminho do cinema, nos perguntamos: vimos os dois últimos Homens de Preto?! A resposta foi afirmativa. Havia essa certeza, mas quando começamos a relembrar as sinopses, chegamos a conclusão de que só nos lembrávamos do primeiro filme. O segundo longa da trilogia foi completamente apagada da lembrança.

Ooooh… Teríamos sido vítima do Neuralizador na saída do cinema?!

Pode ser? Pode não ser? O que eu sei é que filme bom a gente não esquece, então… Vamos seguir adiante com a programação.

Tudo começa quando Boris, o Animal (Jemaine Clement) consegue escapar da prisão na lua e sai atrás do agente K (Tommy Lee Jones), que o deteve nos anos 60. Mas seu plano era bem mais ousado do que vingar os anos que passou na prisão: Ele decide voltar no tempo,  matar seu algoz (riscando ele de vez do mapa do presente) e ainda impedir que toda a sua raça seja extinta. Ao obter êxito na sua missão, um novo presente realmente é escrito, ninguém mais lembras dos incríveis feitos de K  e  a Terra ainda sofre uma invasão alienígena. Cabe então a J (Will Smith) voltar também no tempo e colocar tudo de volta no lugar.

Pausa aqui, garotada: Para voltar o tempo, J precisa se jogar do alto de um prédio e esta cena em 3D, dá pra “aaarrhg” de medo na cadeira. É muito legal! Solta pausa. Juro não contar mais nenhum segredinho do filme.

A trama toda não tem muito mistério. Voltar no tempo é uma brincadeira antiga em Hollywood e, assim como em “De volta para o Futuro”, se o passado for alterado pessoas desaparecem da memória, realidades são alteradas, etc. Mas, em MIB³ vale destacar que a ambientação no passado é impecável, principalmente o K jovem interpretado por Josh Brolin. É de cair o queixo a interpretação. O ator conseguiu pegar a entonação e os trejeitos do velho Tommy Lee Jones e recriá-las à perfeição. Só que um pouquinho mais simpático, afinal, o que torna K azedo ainda não havia acontecido. Mas acontecerá! E será muito emocionante. Se bem que, tem gente por ai torcendo o nariz para o sentimentalismo do desfecho.

Eu sou romântica inveterada amei a idéia! E indico o filme que dá nojinho, dá gargalhadas e dá um suspirinho “fofo”, porque ninguém é de ferro. E no final dará para constatar que o filme 2 foi esquecível, mas este, certamente não será e não tem nada a ver com uso de neuralizador. Simplesmente os Homens de Preto voltaram a boa forma do primeiro longa.

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