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Tranformers 3: Em 3D é mais gostoso

Presos a cadeira, olhos e ouvidos absolutamente atentos ao frenesi do espetáculo. Deslumbre define!

Transformers 3 – O Lado Oculto da Lua faz uma envolvente correlação entre fatos históricos – amarrados com cenas de arquivo,  recriações digitais e menções de presidentes dos EUA – e o destino de  Cybertron, o planeta originário de Autobots e Decepticons, devastado pela guerra civil dos gigantões de ferro. O start:  a corrida espacial travada por EUA e URSS nas décadas de 1950 e 60. Pensem: Sabe aquela sombra que vemos na lua cheia? Minha avó dizia que era São Jorge. Pode ser nada menos que o grande “deus” Autobot. De repente ele é despertado e…

Fim do Planeta Terra?

Toma-lhe bomba, laser, efeito especial e humano escolhido como elo para o contato com alienígenas (e o sujeitinho é fiel até o fim) até o the end que é esperado, os americanos sempre salvam a nossa espécie, mas nem por isso, menos salivar ao deglutir (me perdoem os chatos críticos de plantão que têm achado exatamente o oposto).

Mas nem só da devastação de Chicago é feito o longa. Algumas vezes, a montanha-russa desce, a explosão cessa e o público encontra alívios cômicos interessantes como robôs gordinhos, estúpidos ou naturalmente maluquetes.

Voltando a devastação ouso dizer que essa inovação 3D no cinema fez todo sentido. Empolga muito mais, credencia mais rápido ao pacto ficcional – Já havia sentido isso durante Avatar, mas a história em si deste exemplo, é incrivelmente envolvente, tanto que assisto todas as vezes que pego uma reprise no Telecine, como se fosse a primeira vez, mas Transformers reafirmou bastante tempo depois essa sensação de integração -.

Por fim, depois dessa sequência de Transformers, acho difícil outro cineasta se mostrar tão bom como Michael Bay, na arte da demolição sem dó de uma metrópole.

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Cinema: Kung Fu Panda 2

Graças a Deus não sou crítica de cinema, porque ainda me divirto com algumas coisas na telona, que eles odiariam, a começar por continuação de filmes. Eu chorei no terceiro e último episódio de Toy Story (micos que o Gustavo sempre tem na manga para me fazer passar ridículo entre os amigos) e vibrei muito com Meu Fusca Turbinado, por exemplo. No entanto, a continuação de Kung Fu Panda não me convenceu.

A animação não chega a ser um porre de chata:

O Panda Po finalmente cai na real que não pode ser filho biológico de um marreco, passa a ter pesadelos por causa dos pais que perdeu, principalmente a mãe, que o teria abandonado. No meio dessa perturbação interior, começa a perceber que sua origem tem a ver com o supervilão, que é um Pavão meio Heródes, manda matar tudo quanto é panda por conta de certa profecia que dizia que ele um dia seria vencido por uma dessas coisinhas fofas. Claro que o Dragão guerreiro e seus companheiros vão ter que enfrentar o pavão e é nisso que a história se desenrola.

O problema é que nesse meio, existe uma busca pela paz interior, filosofia oriental demais pra ser engraçado. Não sei se porque essa busca pelo equilíbrio faz parte de uma trajetória muito recente da minha vida (e eu sei como é atribulada) ou se porque realmente as questões não foram caricaturadas o suficiente para despertarem o nosso lado ridículo que faz rir.

Na opinião do Gustavo, esta segunda parte da saga foi mais legal que a primeira (palavras dele). Talvez porque tenha apresentado a ele uma cultura mais distante – ele curte esse tipo de descoberta – ou por conta do visual em 3D é belíssimo.

Como o filme é por excelência para divertir as crianças e não os mais crescidinhos, como eu, deixo valendo a opinião do meu filho. Divirtam-se!

OBS.: Já sei que a minha análise veio bem depois da estreia, mas eu só escrevo sobre o que vivencio e a tia aqui assistiu ao longa depois da novidade nos cinemas. Vamos fazer uma mobilização? Estúdios e Distribuidoras voltem a convidar a Fe Freitas para as cabines de imprensa.

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Via Brasil Shopping

Há cerca de um mês, desde que inaugurou o shopping Via Brasil, aqui pertinho de casa, chego em casa bufando de ódio, pronta para escrever um post desabafo. No entanto, minha falta de disciplina blogueira foi adiando essa explosão.

Só que hoje, depois de passar transtorno esperando ônibus para ir trabalhar e, na volta, sofrer mais um revés, na mesma via, pelo mesmo problema, me senti na obrigação de escrever, para não enfartar.

Peralá! Não precisava ser nenhum gênio da logística para imaginar que a sincronia dos sinais entre a rua Itapera, onde está o centro comercial e a Estrada da Água Grande, via principal, transversal a essa primeira, precisava ser alterada antes da inauguração. Para dizer a verdade, o fluxo de veículos no local já deveria ter causado uma revisão no sistema siga-pare do cruzamento, imaginem agora, com a saída de um estacionamento…

Assim como também estava claro que a via estreita ao amentar o tráfego ia começar a engarrafar até a Avenida Brasil. No entanto, acharam que um viaduto ia resolver o problema de escoamento.

Fazendo valer a máxima “depois que a porta está arrombada, conserta-se a fechadura”, resolveram colocar homens na pista trabalhando. Se é que ficar com um apito, mandando seguir quando o semáforo abre e fazer parar quando o sinal fecha, pode ser considerado uma ideia de gênio. Agora, imaginem isso quando duas faixas de rolamento já eram poucas, e tapumes reduziram pela metade o fluxo de passagem.

Minha esperança é que mesmo tardiamente, tenham feito cálculos para controlar esse caos. Até porque, vou confessar, a estrutura do shopping está muito boa (falta wi-fi para nossos encontros nerds, aliás, nenhuma estrutura nova deveria ignorar a necessidade de conexão das pessoas) e, ter a possibilidade de ir a pé ao cine 3D, me amoleceu nesse embate contra o progresso na minha aldeia.

Mas, PORRA, DEIXA MEU ÔNIBUS CIRCULAR! Duas horas de trajeto até a Tijuca, NÃO É D E D E U S 

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