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Gente, tenho recebido muitas mensagens de pessoas interessadas em comprar meus banners de botecos. O propósito do blog nem era esse… Mas pagando bem, que mal tem?

Então, resolvi divulgar as artes que tenho com esse tema que está super em alta.

BOTECO

Dá para pedir só a arte (Jpeg alta resolução) e dá para encomendar o banner pronto, neste caso, o valor depende do m2 da impressão. Mas se você quiser personalizar a sua festa como o Neném e os Pedros, eu penso em uma arte exclusiva para você, é só deixar o seu comentário que entro em contato.

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Foi Dia de Festa

Então, eu fiz o mimimi de que nunca conseguia ter uma festa de aniversário para receber paparicos, flores, etc. Realmente, este ano não consegui fazer a tal lista de convidados, mas eis que aconteceu o contrário: Os convidados é que me levaram para muitas festas.

Quinta-feira, véspera de tudo recebi visita de quem não poderia estar presente na data, flores e um presente daqueles que faz a gente dar pulinhos, porque o coração já explodiu de tanta alegria.

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Sexta-feira, aos 45 do segundo tempo, uma amiga me convida para o Show do Roupa Nova, na Ilha do Governador. É que ela, de plantão pela rádio, no dia do aniversário, precisava estar presente de alguma forma e se Maomé não vai à montanha… Essa montanha aqui se moveu até lá. Além daqueles que já estava certo encontrar, ainda tive direito a levar mais acompanhantes.

Desculpa gente se sou muito brega! Mas fiquei feliz feito pinto no lixo, com os amigos, a velha guarda da União da Ilha, Serginho tocando piano e aquela banda toda falando de amor… Encarar o temporal às 3h30 nem doeu. Já tinha realmente dado fim ao meu inferno astral.

Sábado, junto com minha família o dia todo. Mais flores, mais presentes, mais paparicos. Igual quando a gente é criança: só aquilo que se gosta de comer no seu dia. O almoço já não era surpresa, mas o almoço virar lanche, virar jantar… Isso realmente me emocionou. A noite, já estava mais pra lá do que pra cá, cansada de tantas comemorações, mais tinha mais gente que eu amo me esperando na Lapa. O pessoal não se incomodou nem com a chuva (porque nisso foi igual como nos anos anteriores, rs), porque eu o faria? Espantei a preguiça e lá vamos nós cumprir mais uma lista de amigos.

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Terça-Feira, me pregaram uma peça na empresa. Fui chamada para resolver mais um pepino daqueles homéricos e quando abri a porta da sala: SURPREEEESA! Gente de todos os setores. Das tias da limpeza a diretor. Coisa mais linda de se ver. De repente fiquei feliz até com meu trabalho, afinal de contas, se faço Comunicação e consigo falar com o coração de tanta gente (essa tarefa por lá é ainda mais difícil), dá uma sensação de missão cumprida, mesmo que tenha lá os seus percalços.

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E para fechar com chave de ouro, hoje, quarta-feira, mais uma festa, com churrasquinho, música ao vivo, pessoal selecionadíssimo pelo meu grande produtor de evento. Mais uma vez surpreendida positivamente pela vida.

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Ninguém leu o texto anterior  (não eles que me surpreenderam com uma semana de comemoração praticamente) sobre o que acho de fazer aniversário. Tudo espontâneo, sincero, caloroso, de quem me tem amor apesar dos meus erros. Gente próxima de mim, para tudo que é ruim, e por isso mesmo, com toda coragem de me mostrar que a vida podia ser bem melhor e será.

Desculpem o post descritivo, mas este em especial é para mim. Para que eu possa ler e reviver muitas vezes o perfume de cada flor, o sabor de cada tempero, o calor de cada abraço, a satisfação de cada presente, o afago de cada mão, a presença de todos estes queridos que fazem tanta diferença na minha vida. E eu que nem achava motivos para comemorar, agora já estou até me achando especial. Um brinde a vida!

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Detesto Aniversário!

Vamos deixar combinado? Envelhecer não é uma das coisas mais divertidas da vida. Aparecem as rugas, as manchinhas, as costas sempre arrumam um jeito de doer mais um pouquinho, e não bastasse isso, hoje fiquei realmente assombrada ao encontrar dois fios brancos de cabelo. Será que são só esses? Ou tem mais que eu não estou vendo?! Pirei! Sou alérgica a tudo, a última vez que me atrevi a pintar as madeixas quase fiquei careca. O que será de mim nesta ditadura da beleza, alérgica a tinta e sem um marido ainda?!

Mas a minha frustração não é só estética. Aos 25 anos larguei o comércio para ser jornalista. Sonhava com uma vida melhor. Sentei num banco de universidade apaixonada pela vida, pelas possibilidades… Minha profissão não me sustenta! E eu corro muito atrás. Tento ao máximo me aperfeiçoar, fazer cara de boa moça para estreitar network… Esqueceram de acender minha estrela quando nasci! E aqui estou eu, vendo o tempo passar, sem poder fazer muito por mim, num país onde estudar não é sinônimo de coisa nenhuma.

Nunca consigo fazer uma festa de aniversário, para receber presentes, flores, paparicos de todo mundo que eu gosto de ver, de estar e de falar. E nem são tantos assim. Não é todo mundo que se diverte com meu humor… Digamos… Ácido. Todo ano começo a tal da lista dos convidados, penso em fazer alguma coisa diferente, mas logo vem o alerta:

“IPVA, Material escolar, aniversário da criança no mês que vem. Parou a palhaçada que essas coisas não são pra você”.

Desmonto. Rezo mesmo para chover. Janeiro é mesmo mês de chuva, este ano, então, São Pedro está caprichando… Espero mesmo que desabe água…

Essa virada para os 34 anos, agi com um pouco mais de requinte de crueldade: Arranquei das redes sociais minha data de aniversário. Sabe esse monte de gente que só lembra de você porque o Facebook avisa e ai, manda aquela mensagem batida que serve pra todo mundo?! Enjoei do “amigaaaaa”, mas que se realmente tivesse a festa, não iria. Ou que não faz a menor questão de que eu esteja presente em seu ciclo, a menos claro, que precise pedir alguma coisa.

Comigo esse ano não vai rolar! Vamos ver quem se importa mesmo com meus fios brancos.

É. Estou ficando mais velha e mais ranzinza. Pelo menos envelhecer, me deixa ser honesta com minhas esquisitices. Sabem como é… Coisa de gente senil (e não só apenas mau humorada rs).

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Parabéns para o Blog

Meu cérebro é meio masculino para essa coisa de guardar datas.  Antes do Orkut, e essas outras ferramentas que avisam o dia dos aniversários (oh, como são adoráveis!), eu vivia passando datas por brancas nuvens e, não raro, contornando mágoas de amigos e ex-namorados. E se não me lembro de data de nascimentos e daquelas que nos conhecemos, que nos beijamos, etc, muito menos lembraria de dizer o quanto tempo escrevo num blog.

Pois bem meus poucos amigos que visitam a página: este mês, completou 4 anos que despejo aqui minhas abobrinhas. Ou não. Existe alguns posts que são de utilidade pública e, que, respondo com todo carinho aos que me enviam emails ou comentários, como o “Mapa da Mina dos Pensionistas da PM”, que escrevi na ocasião da morte do meu pai e o “Projeto Imagem Solidária” que realiza exames de alta complexidade a um preço baratinho, em Botafogo, no Rio de Janeiro.

Em geral, o pessoal que lê e manda comentários, não o fazem pela minha iniciativa ou pela acertividade em dividir um conhecimento, uma experiência de vida que pode ajudar os demais. Sequer percebem que sou jornalista e apenas divulgo os serviços. Eles me perdem informações ou reclamam dos números de telefone que não atendem, como se eu trabalhasse nos locais. Sequer perdem mais algum tempo para descobrir que este é um blog de generalidades. Tudo bem. A internet faz isso mesmo com a gente, nos deixa “apressadinhos”.

O importante é que, de alguma forma, tenho a visita das pessoas e, mesmo não sabendo ou não conseguindo capitalizar o blog, acabei fazendo um trabalho social bacana. E, espero com isso, que a vida me recompense de alguma forma.

Por hora, sinto-me feliz em poder ajudar, sinto-me ainda mais feliz quando estou revoltada da vida com alguma coisa e tenho aqui meu refúgio para escrever minhas memórias. O Fê da Vida, leva para posteridade aquilo que tenho de mais ácido, lúcido ou divertido e, por isso, mesmo todas as vezes que deixei de falar alguma coisa e, pensei em abandonar o espaço, sempre voltei atrás na minha terapia. De algum modo, estou olhando para o futuro, plantando aqui meu passado. E, afinal, quem não quer ser eterno?!

Parabéns para mim pelos 413 mal escritos posts. Sempre bom sonhar ou desabafar com vocês.

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Fazendo Arte: Cerveja é moda

O Sr. Pedro não é um cervejeiro qualquer. Ele é um Brahmeiro, meus caros.  Por isso, o “boteco festa” para ele foi mais personalizado.

Brinquei com uns elementos: O “refresca até pensamento”, que é o Slogam da marca, as folhas de malte da garrafa, além claro das cores e fontes oficiais.

A garrafa deu um trabaaaaalho…. Só que, não. Aproveitei do desenho que já havia feito no Boteco do Pedro.

Quem curtiu, comenta. 😉

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Fazendo Arte: Mais uma de Boteco

Esse negócio de festa de boteco está mesmo na moda, né, não?!

Depois da festa surpresa de 51 anos, mais um cinquentão encomendou sua “parede” que dá ar de botequim a comemoração.

O banner terá 2,5mX1,00m. Acabamento em ilhós para melhor fixação no espaço.

E, ai?! O que acham?!

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Ah, de novo, não!

Em 26 de janeiro de 1987, a Coca-Cola recebeu o título de refrigerante número um nos Estados Unidos. Deixando a Pepsi ‘nervosa’ e investindo milhões de dólares em publicidade.

 Em 26 de janeiro de 2010, eu abro uma Coca, pingo muito Run e dou boas vindas aos 31 anos (já que é inevitável).

 É, minha gente, só de porre para aceitar que o tempo passa. Que a bunda da gente cai, enche de celulite, que você está quase uma vovó e ainda no caritó. Sóbria é ruim de encarar que o tempo passou e que você não é mais a primeira opção dos homens no salão, mesmo que a maquiagem ajude a esconder os pés de galinha que já estão esboçando bem no cantinho dos olhos.

 Só com a cara, não tenho coragem de perceber que o    tempo passou e que ainda moro com mamãe, porque sou incapaz de pagar minhas próprias contas. Não, eu não tive preguiça, mas foram TRINTA E UM ANOS DE ESCOLHAS ERRADAS que fizeram quem eu sou (ou não sou). É. Tem alguns malucos que até acham interessante que seja assim… Ah, fala sério! Vocês meus fãs não contam. Enxergam coisas que meu espelho nem sempre mostra. Ainda mais quando meu copo está cheio de rum.

Meu desejo? Que os próximos 365 dias passem lentos, suaves e com algum torpor.

Pra mim, com gelo e uma rodela de limão, por favor.

Obs.: Não, você não está bêbado. Eu adiantei o post de aniversário.

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