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Audioteca Sal e Luz

Olhem que coisa interessante: A Audioteca Sal e Luz é uma instituição que produz e empresta livros falados (audiolivros) para deficientes visuais. Serviço gratuito (para quem não puder pagar a taxa de R$30,00/ano) e pouco divulgado.  O acervo conta com mais de 2.700 títulos que vão desde literatura em geral, passando por textos religiosos até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral. Para ter acesso, basta se cadastrar na Rua Primeiro de Março, 125 – Centro. RJ ou pelo telefone 2233-8007, das 8h às 16h.

audioteca

Depois de cadastrado, é possível até receber os livros em casa. Basta entrar no site, escolher o título e o volume vai pelos Correios.

A audioteca recebe ajuda governamental, mas é preciso que se apresentem resultados para continuar funcionando. Ou seja, é necessário que se aumente o número de associados, senão o trabalho irá se extinguir e os deficientes não poderão desfrutar da magia da literatura.

Só quem tem o prazer na leitura, sabe dizer que é impossível imaginar o mundo sem os livros…

Por isso, amigos, se vocês conhecem deficientes visuais que possam desfrutar do projeto, indiquem. Se não conhecem, façam como eu: divulguem. Aposto que tem muita gente por ai precisando estudar, ampliar conhecimento… Mãos a obra!


sal e luz

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O ‘X’ da Questão

Esse é o título do livro do arquibiliardário Eike Batista, diga-se de passagem, a única coisa que o filho dele leu até o final na vida, segundo informações da Veja.  Na boa? Se alguém quiser me presentear no natal com o volume, eu aceito de bom grado.

Diferente do Thor Batista, a faculdade não me cansou, fiz uma até o final, depois fiz alguns cursos de extensão e, tudo isso, exige bastante leitura de coisas “emboladas” como ele diz. Já entendi faz tempo que estou indo no caminho errado pra aristocracia, o certo, era simplesmente ter nascido bem, como o caso do playboy. Quem sabe lendo as experiências de um sujeito tão bem sucedido, não tomo o caminho de volta?

Quer dizer, também tem a opção casar-se bem, por isso, Thor, lindinho, não tenho nada contr você, tá anjo? Querendo viver um conto de Cinderela às avessas comigo… Estamos juntos, me liga muito! Até leio pra você, com tradução simultânea, histórias em quadrinhos e similares, ok?! Como mãe, tenho experiência com isso.

Até porque esse menino de 20 é uma vítima das circunstâncias: Papai Eike, coleciona uma fortuna que varia de 50 a 60 bilhões, conforme o famigerado mercado financeiro.  Se eu tivesse esse tanto, meu filho também seria um príncipe andando só de helicóptero pra onde fosse.

Enfim… Enquanto não chega esse momento (se é que chegará) de Thor ler isso e me levar pra ‘família real’, podem me agraciar com livro “X da Questão”, vai que pego algumas dicas de como ser mais bem sucedida, mesmo tendo indo na contramão dos acontecimentos?

Ó, Thor, dizem que a primeira dica do seu papai é:

“Ninguém é feliz sozinho. Compartilhar é bom”. Estou te dando oportunidade de compartilhar renda… Olha que coisa mais espírito de natal?!

HahaHaha

Quanta bobagem!

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Na cabeceira: Diário de um Banana

E então, um tal ciclo de leituras na escola apresentou ao Gustavo o Diário de um Banana, de Jeff Kiney. Best Seller recomendadíssimo pelo New York Times.

Ao que parece a dinâmica era: cada aluno tinha que levar um livro, diferente dos paradidáticos indicados pela escola, que eles tivessem lido e aprovado. Então, teriam que ler um trecho para turma que tivesse chamado a atenção. E, após isso, “trocariam” os títulos até a próxima aula, quando novos trechos interessantes, seriam destacados.

Coitado de quem só lê por obrigação?! Era pra ser. Mas essa dinâmica, ao que parece, surtiu efeito na galerinha. Porque todo mundo acaba gostando de ler quando o tema interessa. E, se estava valendo qualquer coisa do mundo, se permitido para a idade deles, claro, o assunto fica muito mais interessante. O universo da leitura acaba ampliado.

Bom, no caso do meu filho, especificamente ele sempre gostou muito de ler, mas valeu por esse benefício de “descobrir” novos mundos.

A primeira coisa que atrai no Diário de um Banana é sua aparência, tanto a capa como as ilustrações internas são muito bacanas. Mas, além de ser uma gracinha, também é uma leitura muito divertida, até minha mãe que só lê a Bíblia, leu e se acabou de rir. E olha que gerações afastam ela do neto (e da realidade contada no livro). Mas, ó, tem que degustar mesmo as ilustrações. Muitas vezes a graça está no desenho.

O livro é tão viciante que quando se começa a ler não dá vontade de parar. Nós que devoramos livros, acabamos com ele em dois dias. E com carinha de quem quero mais.

Conclusão?! Presente do dia das crianças entregue:

Acabei de presentear o Gustavo com o “Rodrick é o cara” e “Gota D’água”. Um kit com os dois volumes seguintes da série, que ainda vem com o “Banana” de porta livros e dois marcadores de páginas. Fugindo de qualquer coisa digital caríssima. Professor de Português, obrigada… Seu lindo!

Um desses presentinhos que fazem feliz a família toda. Sabem como é, né?!

E tem mais um detalhe: nesse caso especificamente deu para o Gustavo entender que não é só na nossa família que o Murphy aparece de intrujão toda hora. Não é mole viver na casa de ninguém. Greg que o diga. Coitado! O protagonista só se ferra.

Quer saber mais? Hehehe Não conto!

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Gula – O Clube dos Anjos

Nunca falei de livros por aqui, né?! Pois é… Eu simplesmente amo ler.  Mas sofro de um problema sério: Não consigo ler em movimento. Sabem? Essa coisa de gente que lê no ônibus, no metrô?! Tenho muita inveja de quem consegue ocupar de forma saudável esses probleminhas (leia-se o trânsito infernal do Rio de Janeiro) de rotina.

Ah, sim… Também tenho o problema de me ocupar de mais com o besteirol da web. Não precisam apontar o dedo no meu nariz. O vício virtual tem me afastado um pouco das prateleiras. Eu sei.

O caso é que Luis Fernando Veríssimo, é o cara. Sempre chama minha atenção, me prende, me arrebata…  O Gula – O clube dos anjos – caiu na minha mão e seguiu a regra: me devolveu o paladar pelos livros. Acabei devorando o bendito em menos de duas semanas, apesar dos blogs, do Facebook, do trabalho, do cansaço, da impossibilidade de ler no caminho…

Pausa para Sinopse: “O clube dos anjos é um livro onde a gula, um pecado capital, e a euforia do homem é relacionada de tal forma que podemos notar o desejo da fome. O livro conta a história de dez homens que, em uma tradição, reunem-se há 21 anos. Tudo começa com uma pequena reunião no “Alberi” e depois passam a freqüentar lugares de melhor qualidade tanto em ambiente quanto na comida. Quem conta toda a história é Daniel, que cita os dez amigos que fazem parte do “Clube do Picadinho”. Ao conhecer Lucidio, um rapaz misterioso que cozinha muito bem, Daniel resolve fazer um jantar como nos velhos tempos, afinal, depois da morte do líder dos integrantes, Ramos, o clube nunca mais foi o mesmo. Ao longo do livro, ele contará sobre a gula e a euforia que cada um dos integrantes desse grupo têm pela a comida.”

E por que esse nome curioso? O livro faz parte de uma coleção “Os sete pecados capitais”. Cada pecado foi escrito por um autor diferente. E ai, que me apaixono ainda mais pelo Veríssimo. O sujeito, mesmo embarcando numa de literatura encomendada consegue mandar bem. Meu ídolo!

E será que tem mais gente boa nessa que eu nem sei? Fiquei curiosa de ler os outros 6 pecados. Alguém já leu algum outro pecado e tem ai para emprestar?

Sou dessas que assalto estante dos amigos. Mas ó: “Eu cuido direitinho e devolvo rápido”. Rs

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A torcida grita em coro: Avante Bonsucesso!

thefixParece incrível, mas apesar de ser brasileira e morar na cidade de um dos maiores estádios do mundo eu não torço para nenhum time de futebol. Em geral, mesmo quem não acompanha, escolhe um time qualquer, seja por influência da família ou para não ficar de fora da roda de amigos. Eu, simplesmente, decidi fazer graça. Quando alguém insiste que tenho que ter um time, eu digo logo: torço pelo Bonsucesso.

Diz a Wikipedia, que o clube já foi finalista do Campeonato Carioca da 1º Divisão, em 1924, quando foi derrotado pelo Vasco na final por 1 a 0, sagrando-se vice-campeão carioca. Quanto orgulho! Hoje em dia, a “força Rubro Anil”, não é nem figurante em nenhum campeonato de expressão e aí, que é perfeito para mim, que passo bem longe do futebol.

A explicação para isso é muito racional: sempre percebi articulações nos bastidores, no sentido de comprar resultados e criar calendários, bem como jogos rentáveis, principalmente nas Copas do Mundo. Claro que o torcedor no auge do seu fervor não vai dar o “braço a torcer” para o óbvio, mas assim como eu, o jornalista canadense Declan Hill deu e foi além: acaba de lançar o livro “The Fix Soccer and organized crime”. Não existe ainda tradução, mas seria algo como Armação do futebol e o crime organizado.

Entre algumas articulações, Hill, descobriu que máfia do futebol se concentra nas bolsas de apostas asiáticas para “fabricar” os resultados, entre eles, quatro jogos do Mundial de 2006, na Alemanha. Incluindo o que fez de Ronaldo o maior artilheiro da história das Copas, com a vitória da seleção canarinho sobre o Gana por 3 a 0. O combinado com alguns jogadores ganeses, conforme apurou o autor, era o Brasil vencer por dois ou mais gols de diferença.

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Enquanto a Fifa apurar o caso (se é que não sabem e não estão envolvidos, claro), vai se aproximando a Copa da África do Sul. E eu, como dos outros anos, enquanto o povo brada “que é brasileiro com muito orgulho e muito amor”, aproveito a folga do jogo para tirar um soninho, ou ler algum livro atrasado na gaveta. Até porque a nossa pátria tinha que ter era luva de boxes nas mãos (para lutar por direitos que nos são roubados, inclusive os de lazer, vide a compra dos resultados dos jogos) e não chuteiras nos pés.

A reportagem completa sobre o livro, você pode encontrar aqui.

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