Em 26 de janeiro de 1987, a Coca-Cola recebeu o título de refrigerante número um nos Estados Unidos. Deixando a Pepsi ‘nervosa’ e investindo milhões de dólares em publicidade.
Em 26 de janeiro de 2010, eu abro uma Coca, pingo muito Run e dou boas vindas aos 31 anos (já que é inevitável).
É, minha gente, só de porre para aceitar que o tempo passa. Que a bunda da gente cai, enche de celulite, que você está quase uma vovó e ainda no caritó. Sóbria é ruim de encarar que o tempo passou e que você não é mais a primeira opção dos homens no salão, mesmo que a maquiagem ajude a esconder os pés de galinha que já estão esboçando bem no cantinho dos olhos.
Só com a cara, não tenho coragem de perceber que o tempo passou e que ainda moro com mamãe, porque sou incapaz de pagar minhas próprias contas. Não, eu não tive preguiça, mas foram TRINTA E UM ANOS DE ESCOLHAS ERRADAS que fizeram quem eu sou (ou não sou). É. Tem alguns malucos que até acham interessante que seja assim… Ah, fala sério! Vocês meus fãs não contam. Enxergam coisas que meu espelho nem sempre mostra. Ainda mais quando meu copo está cheio de rum.
Meu desejo? Que os próximos 365 dias passem lentos, suaves e com algum torpor.
Pra mim, com gelo e uma rodela de limão, por favor.
Obs.: Não, você não está bêbado. Eu adiantei o post de aniversário.
Já estou até vendo o número de pedras que hão de aparecer por aqui com o que vou dizer, agora. Porque claro que uma tragédia é sempre uma tragédia, mobiliza qualquer um de carne e osso. Mas desde cedo, aprendi que farinha pouca, meus amigos, meu pirão primeiro. Ou, sendo mais precisa, tragédia por tragédia, eu fico mais com a minha.
Geralmente prefiro deixar o balanço anual para o dia do meu aniversário. A gente vai ficando mais velha e a sensação de recomeço, ao menos para mim, é mais intensa. Promessas de ano novo… Não. Definitivamente não as faço. Seja qual for o balanço, aceito de bom grado as experiências e encaro as novas, de peito aberto. Prefiro planejar de pouquinho em pouquinho as arestas que vou aparando e os objetivos que preciso alcançar.
Pesquisa Datafolha liberou a avaliação dos prefeitos das capitais, segundo gosto popular. Seguindo o critério ÓTIMO+BOM x RUIM+PÉSSIMO, o prefeito do Município do Rio, Eduardo Paes, ficou com a marca de 29% x 29%. Ou seja, o pessoal de novo não sabe pra onde vai.


